Os Jogos de Inverno de Milão-Cortina 2026 ampliaram a presença digital dos esportes de gelo e neve no Brasil. Na primeira semana do evento, os perfis da Confederação Brasileira de Desportos na Neve (CBDN) e da Confederação Brasileira de Desportos no Gelo (CBDG) somaram mais de 110 milhões de visualizações em suas redes sociais.
“É uma oportunidade única para os desportos no gelo e na neve. Atingimos um nível de visibilidade inédita, que tende a aumentar ainda mais até o fim dos Jogos”, destaca Emílio Strapasson, presidente da CBDG e chefe de missão da delegação brasileira.
CBDN
O perfil da CBDN no Instagram superou 64 milhões de visualizações entre 5 e 11 de fevereiro. Foram mais de 4,5 milhões de interações e 1,4 milhão de contas alcançadas no período.
A confederação também ganhou mais de 20 mil seguidores, ultrapassando a marca de 60 mil. O desempenho foi impulsionado pela parceria com os perfis do Time Brasil, além de Globo e CazéTV, que transmite as competições na Itália.
Os números da CBDN também são impulsionados pela presença digital de Lucas Pinheiro Braathen, atleta do esqui alpino e principal esperança de medalha para o Brasil.
“Os bons resultados do Lucas, além do seu carisma natural, ajudam a impulsionar”, ressalta Anders Pettersson, presidente da CBDN.
“Mas não só ele. É possível observar o grande interesse do público brasileiro em nossos outros atletas e nas modalidades em geral. A tendência é que esse interesse cresça ainda mais até o fim dos Jogos, e que a CBDN consiga superar outras marcas até lá”, acrescenta.
CBDG
A CBDG, mesmo sem atletas em ação na primeira semana, registrou mais de 50 milhões de visualizações no mesmo período.
O perfil da entidade no Instagram alcançou 672 mil contas, um aumento de 109,5% em relação ao recorte anterior, e ganhou 15 mil seguidores.
“O crescimento das modalidades entre os brasileiros confirma a seriedade do trabalho feito pela CBDG, em parceria com o Comitê Olímpico do Brasil, e abre espaço para uma evolução ainda maior nos próximos anos”, diz Strapasson.
Nicole Silveira, do skeleton, uma das esperanças do Brasil de conquistar uma medalha inédita, será a primeira atleta da confederação a competir nos Jogos.
