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New Balance projeta receita de US$ 10 bilhões em 2026

Marca, que é fornecedora do São Paulo no Brasil, registra crescimento de 19% e amplia estratégia premium com expansão global

São Paulo, que tem contrato com a New Balance, enfrenta o Bahia pelo Brasileirão Feminino - Miguel Schincariol/São Paulo

São Paulo, que tem contrato com a New Balance, enfrenta o Bahia pelo Brasileirão Feminino - Miguel Schincariol/São Paulo

⚡ Máquina Fast
  • New Balance encerrou 2025 com crescimento de 19% nas vendas e receita de US$ 9,2 bilhões, projetando ultrapassar US$ 10 bilhões em 2026.
  • A marca aposta em posicionamento premium, distribuição seletiva, ressonância cultural e parcerias com atletas para ampliar participação no mercado.
  • No Brasil, New Balance é fornecedora oficial do São Paulo e fechou contrato com o Grêmio para expansão no futebol nacional.
Pontos-chave gerados por IA, com edição jornalística.Feito por shiftx

A New Balance anunciou que encerrou o ano fiscal de 2025 com aumento de 19% nas vendas, alcançando US$ 9,2 bilhões em receita.

A empresa projeta ultrapassar a marca de US$ 10 bilhões até o final de 2026, impulsionada por uma estratégia de posicionamento premium e pela abertura de 80 novas lojas em diferentes mercados. Desde 2020, a marca registrou crescimento acumulado de 180%.

 “Somos competitivos, sem dúvida. Mas queremos garantir que, à medida que atingimos e superamos nossos objetivos, a qualidade do nosso negócio seja a nossa prioridade máxima”, destacou Joe Preston, CEO da New Balance.

“Queremos garantir que estamos cumprindo a nossa premissa, que é nos tornarmos uma marca premium”, acrescentou o executivo.

Concorrência

A ascensão da New Balance ocorreu em meio a dificuldades enfrentadas por concorrentes como a Nike, que sofreram com estratégias de venda direta ao consumidor e desaceleração na venda de produtos em algumas áreas.

A New Balance manteve uma abordagem equilibrada de atacado, garantindo presença em varejistas especializados e ampliando participação de mercado.

O desempenho da marca está sustentado em três pilares. O primeiro é a  distribuição seletiva. Como estratégia, a marca evita conceder descontos em massa, além de ter elevado em 30% o preço médio de venda nos últimos cinco anos.

Outra estratégia é apostar na ressonância cultural, com modelos como 990 e 2002R atraindo público jovem e ligado tanto em esporte como em moda streetwear.

Por outro lado, a marca buscou conquistar a confiança do consumidor tanto pelo desempenho de seus produtos como com o endosso obtido com parcerias com atletas como Shohei Ohtani (beisebol), Coco Gauff (tênis) e Bukayo Saka (futebol), que se tornaram embaixadores da marca.

No Brasil, seu principal ativo comercial é ser a fornecedora de material esportivo do São Paulo. Neste ano, a marca ampilou sua participação no futebol brasileiro, assinando contrato também com o Grêmio. A nova camisa do Imortal deve ser lançada na segunda quinzena de março. Por ora, o Tricolor Gaúcho tem jogado com uniforme da Umbro, que deixará o clube após 11 anos.

Para 2026, a marca norte-americana pretende expandir a divisão de calçados de performance e integrar seu estúdio asiático de design, unificando ofertas de estilo de vida em mercados emergentes como Tóquio, Xangai e Seul.