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Gianni Infantino enfrenta denúncia do Parlamento Europeu por premiação a Donald Trump

Grupo de cerca de 50 europarlamentares apoiam investigação sobre possível violação de neutralidade após o Prêmio da Paz da Fifa

Gianni Infantino aplaude Donald Trump, laureado com o "Prêmio Fifa da Paz" - Reprodução / Instagram (@fifa)

Gianni Infantino aplaude Donald Trump, laureado com o Prêmio Fifa da Paz - Reprodução / Instagram (@fifa)

⚡ Máquina Fast
  • Cerca de 50 membros do Parlamento Europeu apoiam denúncia ética contra Gianni Infantino pela concessão do Prêmio da Paz a Donald Trump.
  • Denúncia alega que Infantino violou o Código de Ética da Fifa ao não manter neutralidade política na decisão.
  • Parlamentares pedem investigação ao Comitê de Ética da Fifa para garantir transparência e devido processo legal.
Pontos-chave gerados por IA, com edição jornalística.Feito por shiftx

Cerca de 50 membros do Parlamento Europeu manifestaram apoio a uma denúncia ética contra Gianni Infantino, presidente da Fifa, pela concessão do Prêmio da Paz ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

A iniciativa foi apresentada pela ONG FairSquare e posteriormente acompanhada pela Federação Norueguesa de Futebol.

Denúncia

A acusação aponta que Infantino teria violado o Artigo 15 do Código de Ética da Fifa, que obriga dirigentes a manter neutralidade política. O prêmio foi entregue em dezembro, após Trump não ter conquistado o Prêmio Nobel da Paz, para o qual se candidatou publicamente.

Segundo os parlamentares, a decisão foi tomada sem consulta ampla dentro da entidade.

“A Copa do Mundo é indiscutivelmente o maior evento global de qualquer tipo. Ela deveria unir o mundo. No entanto, quando o presidente da Fifa, Gianni Infantino, favorece um presidente em detrimento de outro, isso traz descrédito à Fifa e a todo o torneio”, criticou o eurodeputado irlandês Barry Andrews, em entrevista ao site Inside World Football.

Repercussão

A carta enviada ao comitê de ética da Fifa pede investigação sobre a atribuição do prêmio. “Estamos apenas pedindo ao Comité de Ética da Fifa que investigue a fundo a atribuição do Prémio da Paz ao presidente Trump e que assegure que o devido processo legal seja respeitado”, destaca Andrews.

Parlamentares, como Lara Wolters (Holanda) e Niels Fuglsang (Dinamarca), também apoiaram a iniciativa. Para eles, a Fifa deve demonstrar compromisso com transparência e neutralidade política.