O Manchester City concluiu a venda de Savinho para o Tottenham Hotspur por £ 85 milhões, o equivalente a cerca de R$ 596 milhões. Com isso, o atacante torna-se um dos jogadores brasileiros mais caros da história do futebol.
Savio, como o jogador quer ser chamado a partir de agora, fica atrás apenas de Neymar e Philippe Coutinho, tendo como critério a cotação atual de libras para euros. A transferência do atacante se aproxima dos € 100 milhões.
A posição exata no jogador no ranking dos brasileiros mais caros da história do futebol, porém, dependeria do ponto de vista adotado. Em 2022, o atacante Antony, por exemplo, foi vendido pelo Ajax ao Manchester United também por aproximadamente £ 85 milhões, mas em uma época em que o valor da moeda era diferente.
A liderança da lista é garantidamente de Neymar. Em 2017, o Paris Saint-Germain pagou € 222 milhões ao Barcelona para ter o brasileiro. Considerando o ranking de maiores transferências, o jogador também aparece outras duas vezes, com as movimentações do Santos ao Barcelona e do PSG ao Al-Hilal.
As transferências de Philippe Coutinho ao Barcelona e Bruno Guimarães ao Arsenal também se destacam na lista dos maiores valores envolvendo jogadores brasileiros.
Falsa polêmica
O valor pago pelo Tottenham por Savio foi centro de uma polêmica nas redes sociais, com torcedores e páginas de futebol acusando o Manchester City de estar “driblando” o Eintracht Frankfurt com a negociação.
Acontece que, junto com o brasileiro, o atacante Omar Marmoush está sendo emprestado pelo City ao Tottenham, com obrigação de compra na próxima temporada por £ 60 milhões. O egípcio foi vendido ao clube inglês em 2025, por € 75 milhões.
As informações que circularam nas redes sociais apontavam que o Frankfurt mantinha uma cláusula que lhe garantia novos pagamentos para caso Marmoush fosse vendido para outra equipe por um valor maior. Para não ter que pagar, o Manchester City teria inflacionado o valor de Savio e estabelecido oficialmente um preço menor ao egípcio.
Veículos ingleses, porém, negam a existência da cláusula e contradizem a versão viralizada nas redes sociais.
