A Roku divulgou dados sobre o impacto da Copa do Mundo 2026 no consumo de esportes via streaming.
Segundo a Nielsen, a empresa foi a principal plataforma de transmissão do torneio nos Estados Unidos, onde a final registrou média de 62,8 milhões de espectadores, com quase metade da audiência ocorrendo por streaming.
Crescimento
Entre abril de 2025 e 2026, cerca de 55 milhões de residências com Roku em todo o mundo interagiram com conteúdo esportivo, estabelecendo novas marcas.
“Os fãs de esportes que assistem a eventos por streaming estão se tornando cada vez mais comuns. Eles são um público crescente e apaixonado, de todas as idades”, comenta Joe Franzetta, chefe da divisão de esportes da Roku.
“Quando criamos experiências que resolvem os problemas dos espectadores, também ajudamos todos os nossos parceiros a expandir seus negócios”, completa o executivo.
LEIA MAIS: Final da Copa do Mundo de 2026 registra maior audiência de um jogo de futebol na história dos EUA
LEIA MAIS: MLS lança campanha para tentar reter audiência da Copa do Mundo no retorno da temporada
Descoberta
A audiência total de esportes na plataforma atingiu o pico no segundo trimestre de 2026. Comparando o primeiro semestre de 2025 com este ano, houve aumento nas horas de streaming em toda a América do Norte, com destaque para México e Canadá.
No mesmo período, as Áreas de Esportes da Roku registraram crescimento de 122% nas horas de streaming e 80% no número de visitantes únicos.
Ferramentas

A Roku lançou a Área de Futebol Internacional para facilitar a descoberta de jogos durante o Mundial da Fifa. A iniciativa gerou centenas de milhares de cadastros para parceiros de conteúdo e serviços de streaming.
“Quando um fã pode abrir uma única plataforma e encontrar todas as partidas, todos os times, todas as histórias que lhe interessam e o conteúdo complementar que as enriquece, essa é uma jornada muito mais personalizada do que ficar zapeando pelos canais”, acredita ele.
“É uma oportunidade real para as ligas que querem construir a próxima geração de fãs”, acrescenta o executivo.
Em média, 39% dos visitantes retornaram em diferentes dias de jogos, indicando fidelização. “Ligas, detentores de direitos e marcas estão todos lidando com a mesma questão agora: como engajar os fãs mais jovens que não cresceram assistindo esportes na TV a cabo? A descoberta por streaming é uma grande parte da resposta”, analisa Franzetta.
