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US Open perde ídolos Nadal e Federer e reduz premiação

por Redação - São Paulo (SP)
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Primeira grande competição do tênis a voltar para o calendário, o US Open, que acontece entre 31 de agosto e 13 de setembro, será uma prova de fogo para a ATP e a WTA, entidades que comandam o tênis. 

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A competição não terá os dois maiores ídolos do esporte no século: Rafael Nadal confirmou que não disputará a competição por temer o covid-19. Roger Federer já havia dito que não jogaria mais esta temporada por causa de uma lesão. É a primeira vez, desde 1999, que pelo menos um dos dois maiores vencedores do tênis na história não estarão em quadra para um Grand Slam, curiosamente também um US Open.

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Atual campeão do US Open, Rafael Nadal desistiu do torneio neste ano de 2020 / Foto - Divulgação

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Além disso, o torneio anunciou a redução em US$ 4 milhões na premiação para os atletas. A medida tomada pela United States Tennis Association (USTA) tem relação direta com a necessidade de se disputar o torneio com portas fechadas. Sem torcida no complexo, a receita com bilheteria cairá sensivelmente. A medida equilibra um pouco mais as finanças da competição.

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Ao todo, o US Open dará US$ 53,4 milhões aos atletas. Os vencedores, tanto no masculino quanto no feminino, ganharão US$ 3 milhões cada, uma redução de US$ 850 mil na premiação. Os vice-campeões levarão US$ 1,5 milhão, US$ 400 mil a menos do que no torneio do ano passado. No final das contas, quem mais vai sofrer com a redução no prêmios são os duplistas. Os vencedores dividirão US$ 400 mil, quase a metade do US$ 760 mil de 2019. Em compensação, quem ficar na primeira fase levará US$ 61 mil, que são US$ 3 mil a mais de prêmio.

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Essa medida tenta dar mais amparo ao tenista pior ranqueado, que tem sido a grande preocupação do circuito. Com menos recursos financeiros, eles são os que mais sofrem durante a pandemia, que paralisou por quatro meses o calendário do tênis. Outra decisão tomada pela USTA é de destinar US$ 6,6 milhões para o fundo de amparo aos tenistas. Metade irá para a ATP e a outra metade para a WTA.

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Outro fator de preocupação para os organizadores é sobre a possível ausência de Novak Djokovic, número 1 do ranking. Ele já contraiu o coronavírus após organizar uma competição beneficente na Sérvia, em que ignorou todos os avisos de segurança sanitária e fez a competição permitindo presença de público e realizando festas entre as partidas. Criticado duramente por atletas, Djokovic só parou depois de ele próprio ter sido infectado após a primeira rodada. Pediu desculpas, mas está com a imagem bastante arranhada dentro do circuito mundial de tênis.

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