A SAF Botafogo iniciou a execução do projeto chamado “Fogo na Copa” nos Estados Unidos com o objetivo de impulsionar sua estratégia de internacionalização de marca durante a Copa do Mundo 2026.
Desenvolvida pelas equipes de comunicação, branding, marketing e comercial do clube, a iniciativa visa expandir o reconhecimento da marca em mercados internacionais considerados estratégicos e fortalecer o relacionamento com torcedores fora do Brasil.
Para viabilizar as ações, o clube enviou profissionais para as cidades-sede do torneio em território norte-americano. A operação engloba ativações presenciais em pontos turísticos e áreas de grande concentração de público, com a participação da mascote Bira distribuindo brindes aos torcedores.
No ambiente digital, o projeto foca na produção de conteúdos para as redes sociais do clube. A grade de publicações conta com vídeos curtos que estabelecem conexões entre o Botafogo e as seleções que disputam o Mundial da Fifa, resgatando a trajetória de antigos ídolos, partidas históricas e dados que vinculam o Glorioso ao cenário global do esporte.
Atlético-MG

O Atlético-MG, por sua vez, aproveita o período de Copa do Mundo para promover ação em Angola, através do Instituto Galo, braço social do time mineiro. A equipe enviou camisas para o Núcleo de Formação de Futebol Galile Galileu, localizado no município de Cacuaco, na província de Luanda, capital angolana.
A distribuição dos materiais esportivos para as crianças da comunidade foi realizada por meio de uma rede de voluntários que conecta torcedores associados do clube mineiro e organizadores de competições locais.
“Estive na África do Sul, na África e conheci um rapaz lá e eu tinha levado umas camisas do instituto para distribuir lá. E aí dei para esse rapaz e ele é de Angola. E aí ele levou essas camisas para Angola e distribuiu lá para essas crianças” Jaderson, associado do programa Clube dos 113, rede de apoiadores do Instituto Galo.
O projeto angolano é coordenado por Eugénio António Camões, que utiliza o futebol como ferramenta de inclusão social em um bairro de baixo poder aquisitivo.
O Instituto Galo opera no futebol brasileiro com um modelo de orçamento financeiro independente do clube profissional.
A manutenção das atividades sociais e de promoção de saúde, educação e cultura provém de mecanismos de incentivo fiscal por meio das legislações vigentes, doações diretas e do repasse de um percentual fixo do faturamento operacional da Arena MRV, o estádio do Atlético-MG.
