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Guaraná Antarctica quer formar novos consumidores e aumentar relevância do futebol feminino

Marca busca sustentabilidade do investimento na modalidade, com intenção de causar impacto a partir do incentivo da entrada de outras empresas no esporte

Seleção brasileira feminina se reúne após empate por 2 a 2 em amistoso contra a Argentina - Luciana Vermell / CBF

⚡ Máquina Fast
  • Guaraná Antarctica foca em dar relevância ao futebol feminino e atrair novos consumidores e marcas para o esporte.
  • A marca utiliza suas latas como plataforma para promover e sustentar o investimento no futebol feminino desde 2001.
  • Para a Copa do Mundo Feminina de 2027, a estratégia será valorizar as atletas e ampliar a visibilidade da modalidade no Brasil.
Pontos-chave gerados por IA, com edição jornalística.Feito por shiftx

Dar relevância ao futebol feminino, trazer novos consumidores para a modalidade e ampliar o número de marcas envolvidas no esporte são os objetivos que orientam a atuação do Guaraná Antarctica, marca da Ambev, na modalidade.

Em entrevista à Máquina do Esporte, Bianca Parrella, diretora de marketing de bebidas não alcoólicas da Ambev no Brasil, explicou que a estratégia parte da ideia de que o tamanho e o alcance do Guaraná são fundamentais para fazer diferença no ecossistema da modalidade, inclusive provocando outras marcas a investir.

“No Guaraná falamos muito sobre sair do storytelling para o storydoing. Obviamente, estando do lado de uma marca, sabemos o poder das narrativas e que isso é super importante, mas, mais do que falar para o mercado, é importante o que estamos fazendo por trás da modalidade”, disse.

A marca é patrocinadora das seleções brasileiras, o que inclui a feminina, desde 2001. As campanhas passaram por uma construção que envolveu, no início, o objetivo de provocar outras marcas a investirem na modalidade. Agora, a meta é garantir que exista sustentabilidade do investimento no futebol feminino.

Algumas peças foram desenvolvidas para apresentar o futebol feminino e suas atletas como ativos de valor. Em 2020, o Guaraná Antarctica lançou, por exemplo, a “Marca na Lata”, em que ofereceu estampar os logos de marcas que apoiassem o futebol feminino em suas latas de refrigerante.

A ação partiu da percepção de que o maior ativo do Guaraná são justamente as latas, distribuídas aos milhões e presentes em 70% dos lares brasileiros, de acordo com a diretora.

“Ao convidar outras marcas para que investissem no esporte, a gente disponibilizou as nossas latas como plataforma de comunicação. Acho que começamos esse movimento de troca, de garantir que exista esse subsídio e esse investimento no esporte”, contou Bianca Parrella.

No trabalho com a seleção feminina, o foco do Guaraná está em dar relevância ao esporte e ao coletivo das jogadoras, o que envolve “trazer novos consumidores para que consumam a modalidade e para convidar outras marcas que também façam esse movimento”.

Os planos para a Copa do Mundo Feminina de 2027 ainda não foram detalhados, mas o foco deverá ser a valorização da modalidade através das atletas e suas histórias.

“Vamos trabalhar muito nessa linha de garantir que dê visibilidade, que humanize, que dê plataforma de amplificação para que as jogadoras sejam reconhecidas, com o nosso histórico, com o nosso DNA e com a consistência da nossa mensagem”, apontou a executiva.

O impacto que a marca projeta deixar com o Mundial que será realizado no Brasil em 2027 está ligado à ampliação do número de marcas e de consumidores envolvidos com a modalidade.

“Falamos que o investimento no esporte não move somente os torneios, os campeonatos, mas impacta a vida e o desenvolvimento das pessoas que fazem parte desse ecossistema. Acho que esse é o maior legado que, como marca, podemos deixar”, concluiu a diretora de marketing.