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Após fiasco na Copa, Puma passa em “teste” após zagueiro tentar rasgar camisa do Bahia

Jean Lucas mostrou a camisa para a torcida do Vitória após marcar no clássico, mas enfrentou reação de rivais que tomaram uniforme

Marinho toma a camisa de Jean Lucas e Cacá tenta rasgá-la - Reprodução/Youtube @getv

Marinho toma a camisa de Jean Lucas e Cacá tenta rasgá-la - Reprodução/Youtube @getv

⚡ Máquina Fast
  • Jean Lucas do Bahia comemorou gol usando camisa resistente que não rasgou após disputa com jogadores do Vitória no clássico Ba-Vi.
  • Puma usou a situação para destacar a elasticidade e durabilidade do uniforme da Bahia em suas redes sociais.
  • A marca alemã enfrentou críticas durante a Copa do Mundo de 2026 por fragilidade dos uniformes, que rasgaram em várias partidas.
Pontos-chave gerados por IA, com edição jornalística.Feito por shiftx

A Puma aproveitou um fato inusitado ocorrido no clássico entre Bahia e Vitória, mais conhecido como Ba-Vi, neste domingo (23), para brincar com a pretensa boa elasticidade do uniforme fornecido ao Bahia.

Após marcar o segundo gol na vitória por 2 a 0, o volante Jean Lucas mostrou a camisa para a torcida rival, gesto que ficou famoso por Lionel Messi, então no Barcelona, após decidir o El Clásico contra o Real Madrid. Naquela partida, realizada em 23 de abril de 2017, o argentino marcou o gol da vitória por 3 a 2 já nos acréscimos, aos 47 minutos do segundo tempo.

No entanto, ao contrário do que ocorreu no então Estádio Santiago Bernabéu (hoje apenas Bernabéu), os jogadores do Vitória não levaram a comemoração na esportiva. O atacante Marinho tomou-lhe a camisa, enquanto o zagueiro Cacá tentou rasgar a vestimenta. Não teve sucesso.

Em suas redes sociais, a Puma brincou com a situação: “Bahia e Puma agradecem pelo teste de elasticidade do tecido ultratecnológico do manto tricolor. Tentaram, mas a camisa não rasgou.”

No vídeo, Jean Lucas envia sua camisa de presente para um certo Mário Sérgio, o nome real do atacante Marinho.

Crise

A vestimenta do Bahia passou no teste de durabilidade logo após a marca alemã ter enfrentado uma crise mais séria com a consistência de seus uniformes durante a disputa da Copa do Mundo de 2026.

O primeiro caso aconteceu com o meia-atacante Pavel Sulc, da República Tcheca, que teve a camisa inutilizada após ser segurado pelo zagueiro Lee Han-beom, da Coreia do Sul.

Gustavo Gómez, capitão do Palmeiras e do Paraguai, protagonizou o segundo episódio. Na estreia da equipe, contra os EUA, o zagueiro teve a camisa rasgada em disputa com Folarin Balogun, que ficaria famoso posteriormente por ter um cartão vermelho estranhamente anulado durante a fase de mata-mata.

Na estreia do Egito pelo Grupo C, o ponta-esquerda Mostafa Ziko, que carrega o apelido em referência ao brasileiro Zico, teve a camisa rasgada após ser puxado pelo belga Maxim De Cuyper.

No jogo Gana x Panamá, foi a vez de o meia-atacante Caleb Yirenkyi  ter o uniforme rasgado na comemoração pelo gol da vitória, já nos acréscimos do jogo.

Finalmente, o quinto caso ocorreu com Neil El Aynaoui, do Marrocos, na vitória sobre a Escócia por 1 a 0. Ambas as equipes integravam o grupo do Brasil. Em disputa com o zagueiro Jack Hendry, a camisa do meia ficou totalmente destruída.

À ocasião, a Puma soltou um comunicado afirmando que havia priorizado a “leveza combinada com movimento, respirabilidade e conforto”.

“Como o futebol é um esporte de alto contato, as peças de roupa podem ser afetadas quando as camisas são submetidas a forças severas ou estresse físico extremo”, justificou-se a empresa, à época.