Máquina do Esporte
Facebook Máquina do EsporteTwitter Máquina do EsporteYoutube Máquina do EsporteLinkedin Máquina do Esporte
Futebol / Pesquisa

Brasil é segundo país do mundo com menor rejeição à Copa do Catar ser em novembro

Segundo enquete, só 15% dos brasileiros não aprovam período da competição

Redação - São Paulo (SP) Publicado em 04/04/2022, às 10h07 - Atualizado às 10h09

Cafu mostra nome do Brasil durante sorteio da Copa do Mundo do Catar 2022 - Reprodução / Instagram (@fifaworldcup)
Cafu mostra nome do Brasil durante sorteio da Copa do Mundo do Catar 2022 - Reprodução / Instagram (@fifaworldcup)

Segundo pesquisa realizada pela Footballco, o Brasil é o segundo país do mundo com menor índice de rejeição à Copa do Mundo ser disputada em novembro, como acontecerá neste ano no Catar. Apenas 15% dos brasileiros criticam a competição ser disputada no verão do Hemisfério Sul. O índice só é maior do que o da Arábia Saudita, onde apenas 14% dos torcedores rejeitam o Mundial em novembro.

A maior reprovação ao período da Copa está na Europa. No velho continente, 51% dos torcedores são contra a disputa ser em novembro. Foram ouvidas mais de 5 mil pessoas em todo o continente. Os países mais contrários à realização do torneio no inverno europeu são Alemanha (87%) e Reino Unido (80%). Em contraste, na América Latina, a rejeição ao Mundial no final do ano é de apenas 18%.

Apesar disso, Alex Chick, vice-presidente de conteúdo da Footballco, acredita que o evento contagiará o planeta quando a bola começar a rolar.

“Quando o futebol começar, os torcedores ficarão totalmente viciados no torneio”, acredita.

Outra pesquisa, do Global Portrait of World Cup Fandom, mostrou que 52% dos torcedores ​​preferem torcer para seu clube do que para sua seleção nacional. Esses resultados também têm a variante da área geográfica: na América do Norte, 56% preferem a seleção nacional; no Oriente Médio e Norte da África, a porcentagem é de 63%; e no Sudeste Asiático, 55%.

Entre as mulheres, a preferência é pela Copa do Mundo: 67% preferem assistir aos jogos de sua seleção nacional em vez de competições domésticas. Segundo o estudo, a razão para isso é que “as jogadoras das seleções nacionais são referências de igualdade dentro e fora de campo“.

“Tradicionalmente, as rivalidades das equipes masculinas se tornam tóxicas e acabam isolando os torcedores“, opinou Morgan Brennan, chefe criativo de marca de futebol feminino da Footballco.