FIFA anuncia cidades dos EUA, Canadá e México que sediarão jogos da Copa do Mundo 2026

A Copa do Mundo do Catar 2022 está cada vez mais perto. Faltam pouco mais de cinco meses para que a bola role em um país do Oriente Médio pela primeira vez na história da principal competição de futebol do mundo. No entanto, a FIFA já está de olho na edição seguinte e, nesta quinta-feira (16), anunciou as cidades-sede do Mundial de 2026, que será disputado nos Estados Unidos, Canadá e México.

Ao todo, 16 cidades receberão o torneio. Nos EUA, que sediarão uma Copa pela segunda vez, 11 foram escolhidas: Atlanta, Boston, Dallas, Filadélfia, Houston, Kansas City, Los Angeles, Miami, Nova York, San Francisco e Seattle.

No Canadá, que estreará como sede da competição, foram definidas apenas duas: Toronto e Vancouver.

Já no México, o mais “experiente” dos três países, pois será anfitrião de um Mundial pela terceira vez, três cidades farão parte da festa: Cidade do México, Guadalajara e Monterrey.

A Copa do Mundo de 2026 terá uma série de novidades para os amantes do futebol. A começar justamente pelos três países-sede, fato que ocorrerá pela primeira vez na história. Até então, todos os Mundiais foram disputados apenas em um país, com exceção de 2002, quando Japão e Coreia do Sul dividiram o torneio.

Além disso, o número de seleções também será o maior da história. Ao todo, 48 países estarão representados em 2026. A última mudança em relação ao número de participantes havia ocorrido em 1998, quando passou de 24 para 32 seleções. O aumento havia sido uma promessa de campanha feita por Gianni Infantino, eleito presidente da FIFA em 2016 e depois reeleito em 2019.

Com 16 seleções a mais, todo os sistema de disputa da Copa será modificado. Ao invés dos atuais 64 jogos, o torneio terá 80 partidas.

Além disso, os países serão divididos em grupos de três, não mais de quatro. Dessa forma, 16 grupos serão formados. As duas melhores seleções de cada chave avançarão para o mata-mata, que ganhará uma fase a ser disputada antes das oitavas de final.

Os países que chegarem às semifinais continuarão fazendo o número máximo de sete partidas, assim como no modelo atual. No entanto, as 16 seleções eliminadas na fase de grupos disputarão apenas dois jogos, contra três do formato atual.