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Futebol / Gestão

UEFA pretende acabar com Fair Play Financeiro e estabelecer novas regras

Novo regulamento limitará gastos com salários, transferências e agentes a 70% das receitas

Redação - São Paulo (SP) Publicado em 28/03/2022, às 11h37 - Atualizado às 11h39

PSG, de Messi e Mbappé, tem sido um alvo frequente das regras do Fair Play Financeiro - Reprodução / Instagram (@psg)
PSG, de Messi e Mbappé, tem sido um alvo frequente das regras do Fair Play Financeiro - Reprodução / Instagram (@psg)

A UEFA pretende eliminar o Fair Play Financeiro após dez anos e substituí-lo por novas regras que limitam os gastos com salários, transferências e taxas pagas a agentes a 70% da receita obtida. Se aprovado, o projeto será implementado a partir de 2023, quando os clubes poderão desembolsar 90% da renda com esses gastos, reduzindo para 80% em 2024 e 70% no ano seguinte.

Sob o novo sistema, se as equipes gastarem demais, serão rebaixadas nas competições da UEFA, caindo da Champions League para a Europa League e, dessa, para a Conference League.

O Fair Play Financeiro foi introduzido em 2011 na tentativa de impedir que os clubes tivessem grandes prejuízos, incentivando-os a terem melhor gestão financeira. Agora, o sistema estaria pronto para uma remodelação que deve facilitar a fiscalização.

A Associação Europeia de Clubes (ECA, na sigla em inglês) avaliará as propostas da UEFA em uma reunião na próxima quinta-feira (31), com os novos regulamentos a serem confirmados em abril.

Fundamentalmente, os planos, elaborados pela UEFA em conjunto com a ECA, duplicariam as perdas permitidas em um período de três anos de € 30 milhões para € 60 milhões, desde que sejam cobertas por injeções financeiras.