A organização da Copa do Mundo de 2026 nos Estados Unidos enfrenta obstáculos estruturais relacionados às sedes das partidas. A utilização de arenas projetadas para futebol americano e utilizadas por outro perfil de público, tem exigido intervenções.
Ao Maquinistas, podcast da Máquina do Esporte, Thiago De Rose, consultor estratégico da Arena Events+Venues, exaltou que, do ponto de vista estrutural, o principal ponto de conflito reside nas dimensões do campo de jogo.
“Eu acho que é um grande feito o que tá acontecendo lá nos Estados Unidos, porque se vê as modificações. Tem muita diferença, o campo de futebol americano é mais estreito, então muitos estádios tiveram problemas”, disse.
“É um movimento importante, os Estados Unidos entendeu a importância do futebol. Você já vê muito estádio específico de futebol. Os estádios da MLS são sensacionais”, ponderou.
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Em alguns casos, serão necessárias alterações significativas de estrutura para adequar os estádios aos padrões exigidos pela Fifa para a realização da Copa do Mundo.
“Muitos estádios tiveram problema com área de banco de reserva. No estádio de Dallas, vão elevar o campo e terão que tirar as primeiras fileiras de assentos. O campo de futebol vai ser construído para cima para caber”, lembrou De Rose.
O executivo avalia positivamente este movimento, principalmente considerando o legado que o Mundial deixará para o futebol nos Estados Unidos.
“É um movimento importante. Os Estados Unidos entenderam a importância do futebol. Você já vê muito estádio específico de futebol. Os estádios da MLS são sensacionais”, ponderou o executivo.
O podcast Maquinistas, apresentado por Erich Beting e Gheorge Rodriguez, com a participação de Thiago De Rose, consultor estratégico da Arena Events+Venues, já está disponível no canal da Máquina do Esporte no YouTube:
