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Motor / Guerra

F1 estuda substituir GP da Rússia após invasão do país à Ucrânia

Nos bastidores, há a expectativa de que a prova seja trocada pelo GP da Turquia

Redação - São Paulo (SP) Publicado em 24/02/2022, às 15h45

GP da Rússia foi palco da centésima vitória de Lewis Hamilton na Fórmula 1 em 2021 - Motorsport / Divulgação
GP da Rússia foi palco da centésima vitória de Lewis Hamilton na Fórmula 1 em 2021 - Motorsport / Divulgação

A Fórmula 1 emitiu um comunicado oficial de que está “observando de perto” a situação envolvendo Rússia e Ucrânia. O comentário da principal categoria do automobilismo mundial é apenas mais um entre tantas repercussões no universo do esporte por conta da invasão da Rússia à Ucrânia nesta quinta-feira (24).

“A F1 está observando de perto os desenvolvimentos muito fluidos como muitos outros e, neste momento, não tem mais comentários sobre a corrida agendada para setembro. Continuaremos monitorando a situação muito de perto”, afirmou a categoria.

Nos bastidores, há a expectativa de que o Grande Prêmio da Rússia, em Sochi, seja cancelado e substituído no calendário de 2022. Diversos veículos de mídia europeus já dão como certa a entrada do GP da Turquia no lugar da prova russa entre os dias 23 e 25 de setembro.

Os ingressos para o Grande Prêmio da Turquia de 2022, que não faz parte do calendário original divulgado pela F1, foram colocados à venda no site oficial da categoria. No entanto, segundo o site especializado The Race, a atitude foi resultado de um erro administrativo.

Apesar da possibilidade de não haver mais corrida em território russo neste ano, o único piloto do país na categoria, Nikita Mazepin, da Haas, declarou que acredita que a prova irá, sim, ocorrer normalmente.

“Sempre fui um grande defensor do esporte sem política. Pelo entendimento que tivemos com a Fórmula 1, a corrida irá acontecer, e vocês certamente me verão lá”, disse ele à Sky Sports.

Por outro lado, o tetracampeão do mundo Sebastian Vettel declarou que, caso a corrida seja confirmada, não irá à pista com sua Aston Martin.

“Minha opinião pessoal é que não devo ir lá e não irei porque acho que correr naquele país é errado. Há pessoas inocentes que estão perdendo a vida. Eles [ucranianos] estão sendo mortos por razões estúpidas e uma liderança muito estranha e louca”, afirmou o piloto alemão.