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Motor / Guerra

F1 suspende, mas não cancela, GP da Rússia à espera de "solução rápida e pacífica"

Comunicado oficial da categoria deixou claro que não haveria corrida em solo russo "nas circunstâncias atuais"

Redação - São Paulo (SP) Publicado em 25/02/2022, às 10h16

Grande Prêmio da Rússia de Fórmula 1 é realizado desde 2014 em Sochi - Reprodução
Grande Prêmio da Rússia de Fórmula 1 é realizado desde 2014 em Sochi - Reprodução

A expectativa criada nesta quinta-feira (24) de que a Fórmula 1 poderia anunciar o cancelamento do Grande Prêmio da Rússia em 2022 não se confirmou. Em um comunicado oficial publicado na manhã desta sexta-feira (25), a F1 disse que está observando de perto a situação envolvendo Rússia e Ucrânia, e que “é impossível realizar o GP da Rússia nas circunstâncias atuais”.

Pelas palavras utilizadas, o comunicado não dá a entender que a prova foi cancelada. Isso porque, se a guerra chegar ao final antes de setembro, as tais “circunstâncias atuais” terão sido modificadas. Originalmente, a prova estava (ou ainda está) marcada para o fim de semana de 23 a 25 de setembro.

Vale lembrar que, antes da reunião realizada em caráter de emergência na quinta (24) à noite, especulava-se que o GP da Rússia seria sumariamente cancelado pela categoria, ainda mais depois da declaração do tetracampeão Sebastian Vettel, da Aston Martin, de que boicotará a prova. Diversos veículos de comunicação europeus já falavam até em uma corrida substituta, com grandes chances para a Turquia.

Leia abaixo a nota oficial da Fórmula 1 na íntegra:

"O Campeonato Mundial de Fórmula 1 da FIA visita países de todo o mundo com uma visão positiva de unir as pessoas, aproximando as nações.

Estamos observando os acontecimentos na Ucrânia com choque e tristeza, mas com a esperança de uma solução rápida e pacífica para a situação atual.

Na quinta-feira à noite, a Fórmula 1, a FIA e as equipes discutiram a posição do nosso esporte, e a conclusão é, incluindo a opinião de todas as partes interessadas, que é impossível realizar o GP da Rússia nas circunstâncias atuais."