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Motor / Novos mercados

Fórmula E revela calendário de 2022 com 16 provas e três sedes estreantes

Redação Publicado em 09/07/2021, às 16h34

Imagem Fórmula E revela calendário de 2022 com 16 provas e três sedes estreantes
Reprodução / fiaformulae.com

A Federação Internacional de Automobilismo (FIA) e a Fórmula E revelaram, nesta quinta-feira (8), o calendário para a oitava temporada da categoria de carros elétricos, que será disputada em 2022. Além de um número recorde de provas (16), a temporada ainda terá três locais inéditos recebendo provas, em uma clara iniciativa de expandir para novos mercados: Cidade do Cabo (África do Sul), Vancouver (Canadá) e Seul (Coreia do Sul).

Ao todo, haverá provas da categoria em quatro continentes diferentes, com rodada dupla de abertura em Diriyah, na Arábia Saudita, em 28 e 29 de janeiro. Além das provas inéditas, a Fórmula E também visitará México, China, Itália, Mônaco, Alemanha, Estados Unidos e Inglaterra, antes do desfecho inédito na Coreia do Sul, também em uma rodada dupla marcada para 13 e 14 de agosto. No calendário, ainda há um local a ser preenchido, que receberá uma prova da categoria em 4 de junho.

Agora, o que mais se discute nos bastidores é a introdução de uma nova categoria que sirva de suporte para a Fórmula E em 2022. Até a temporada passada, essa posição cabia à Jaguar i-Pace eTrophy, mas o acordo foi cancelado antes da temporada atual.

A ideia é colocar uma nova categoria após a entrada dos novos modelos de carros batizados de Gen3 na temporada 2023. A princípio, surgem três possibilidades no radar: um campeonato feminino, uma série de fabricante único ou uma categoria júnior.

"Para mim, o desenvolvimento da juventude é definitivamente um fio condutor. Há um ângulo de gênero também, o que é muito interessante. A maioria dos grandes órgãos de governo, seja futebol, basquete, vôlei, etc., têm um plano para desenvolver uma plataforma feminina. Isso é algo que devemos considerar também. E há nossos parceiros fabricantes e o que eles desejam alcançar com a ligação entre o programa de corrida e os carros de rua, e isso é algo que podemos fazer", declarou Jamie Reigle, chefe executivo da Fórmula E, em uma entrevista à Autosport.