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Ação social faz HDI Seguros decidir apoiar Rio Open

Seguradora estreia patrocínio ao torneio; principal motivo é a mobilidade social

Wagner Giannella - Rio de Janeiro (RJ) Publicado em 21/02/2020, às 08h40 - Atualizado às 11h40

Imagem Ação social faz HDI Seguros decidir apoiar Rio Open

A HDI Seguros, quinta maior seguradora de automóveis e sexta em residências do Brasil, está fazendo sua estreia como patrocinadora do Rio Open em 2020. Além de ganhar visibilidade com a presença no principal torneio de tênis da América do Sul, a marca ainda enxerga um "alinhamento de ideais" dos dois lados, em especial no quesito mobilidade social, o que impulsionou o patrocínio.

Em termos de visibilidade, a HDI Seguros está com sua logomarca estampada ao redor das quadras do complexo no Jockey Club Brasileiro e ainda montou um estande com ativações interativas perto da entrada do Leblon Boulevard, principal local de convivência do Rio Open.

No espaço, os visitantes podem participar de uma brincadeira virtual em que praticam um saque com um controle remoto, que faz as vezes de raquete. Dependendo da velocidade do saque que for marcada na tela, o visitante ganha um brinde diferente.

Fotos: Wagner Giannella

A marca, por sua vez, transforma o número que aparecer na tela em doação de bolas de tênis. A iniciativa é uma parceria com o projeto social Primeiro Serviço, que desenvolve a mobilidade social de crianças e adolescentes por meio do esporte. Além disso, quem fizer uma foto no estande e postar nas redes sociais marcando a HDI, ganha um biscoito amanteigado em forma de bola de tênis.

Para entender melhor os objetivos da empresa com o patrocínio, a Máquina do Esporte conversou com Cintia Kim, superintendente de marketing da HDI Seguros. A entrevista pode ser lida na íntegra logo abaixo:

Máquina do Esporte: Por que a HDI decidiu patrocinar o Rio Open?

Cintia Kim: O Rio Open é o maior torneio de tênis da América Latina e, além de proporcionar disputas de alto nível dentro de quadra, promove um trabalho muito importante fora dela: uma série de ações de fomento à mobilidade social, pauta que a HDI acredita.

O oferecimento de aulas de tênis gratuitas a crianças de 8 a 13 anos e o apoio a iniciativas como o Instituto Futuro Bom, Tênis na Lagoa, Tênis Solidário, Escolinha de Tênis Fabiano de Paula e o projeto Arremessar para o Futuro, são exemplos disso. O Torneio Winners, em que competem meninos e meninas participantes dessas ações, é um resultado concreto delas, pois representa a materialização do preparo e incentivo dados. 

Enxergamos, portanto, um alinhamento de ideais ao nos juntarmos ao torneio, pois ao ultrapassar as barreiras da disputa esportiva e proporcionar oportunidades legítimas de pessoas mudarem de vida, o Rio Open oferece segurança e estabilidade àqueles beneficiados pelos projetos, que é a função primordial do nosso trabalho enquanto seguradora.

Foto: Divulgação / HDI

ME: Por que só agora a marca optou pelo patrocínio? 

CK: Porque passamos os últimos três anos transformando a nossa operação, de modo que fossemos uma companhia mais humana, digital e inovadora. Neste caminho, adaptamos todo o nosso modo de atuar segundo esse mantra e, em 2020, entramos no primeiro ano da Nova HDI, uma companhia que tem nesses três conceitos os seus pilares.

Passamos, então, a apoiar projetos que conversam com esse novo momento, também marcado pela transição do nosso negócio em si, agora uma seguradora que protege não apenas as pessoas mas também a mobilidade delas. 

ME: Qual a importância do patrocínio para a marca?

CK: O Rio Open dá visibilidade à HDI, pois seus jogos são transmitidos em duas das principais emissoras de TV do Brasil e a cobertura da imprensa esportiva é bem representativa, por ser o maior torneio de tênis da América Latina e reunir alguns dos melhores jogadores do mundo atualmente.

Além disso, a possibilidade de ativarmos a nossa marca em outros espaços do complexo de quadras, como no estande que montamos exclusivamente para proporcionar ao público um espaço para relaxamento entre uma partida e outra, é uma oportunidade valiosa de nos relacionarmos com ele, criarmos identificação e, no longo prazo, fidelização de clientes. O volume de frequentadores do evento justifica esse otimismo, já que vem crescendo ano após ano, tendo atraído 50 mil pessoas na edição de 2019.

Outro ponto fundamental é, mais uma vez, o fomento à mobilidade social que permeia o evento, trazendo oportunidades de ativação antes e depois da competição em si. 

ME: A HDI tem planos de manter o patrocínio nos próximos anos?

CK: Para os próximos anos, o nosso plano é nos manter próximos de iniciativas que fomentem oportunidades que, de forma concreta, impulsionem a vida das pessoas, proporcionando mobilidade em qualquer aspecto. 

Desde a sua primeira edição, o Rio Open está alicerçado no apoio a iniciativas que ajudam pessoas a transformar suas trajetórias e obter mobilidade social. Portanto, a HDI se alia àqueles que, por um lado se dedicam a esse objetivo e, por outro, o fazem como uma proposta de longo prazo.  

ME: A HDI tem outros projetos de patrocínio no esporte no radar? Quais? 

CK: No Brasil, o esporte já é, tradicionalmente, um meio de se alcançar a mobilidade social. Portanto, permanecemos atentos a possibilidades que conversem com o novo momento da HDI.