Bahia faz acordo com OAS por ombro da camisa

Bahia, contra o Bragantino, ainda em 2010

Bahia, contra o Bragantino, ainda em 2010

O Bahia, que subiu à Série A após sete anos afastado, continua em busca de uma valorização de seus patrocínios. Neste ano, o clube contará com uma vantagem sobre 2010 graças a negociação com a empresa que já apostava na equipe, a OAS. Em 2011, a camisa do uniforme poderá ter uma nova propriedade, no ombro do uniforme.

A construtora, que renovou o contrato com a equipe na metade de 2011, tinha o direito pela propriedade. O Bahia, no anseio de conseguir mais um espaço para exposição em seu uniforme, negociou com a OAS para que ela cedesse os ombros, espaços que nunca foram utilizados. Apesar da mudança, a construtora não mudou o seu acordo, e permanecerá com o clube até dezembro de 2011.

Conseguir tal benefício não significa, no entanto, que o Bahia esteja adiantado nas negociações para o novo espaço. A prioridade no momento é fechar com a manga. Em 2010, o time contou com o suporte da Insinuante para o local, mas a diretoria baiana entendeu que o contrato estava defasado e que precisava de uma valorização significativa.

Sem a renovação da empresa, o time tem jogado no Campeonato Baiano apenas com o seu patrocinador máster, a OAS. A intenção é que o visual limpo dure pouco tempo, e o time fique com o uniforme que está cada vez mais comum no futebol brasileiro: repleto de marcas. Além dos ombros e das mangas, bermuda e barra da camisa devem ser negociadas.

A diretoria do Bahia permanece com um objetivo específico: o número de 40%. Essa é a valorização com patrocínios que o clube espera conseguir em comparação a 2010. Com a maior torcida de seu Estado, o clube convive com a expectativa de finalmente voltar à Série A, após tropeços que chegaram a colocar a equipe na Série C em 2006 e 2007.

Numeração fixa

Ainda no uniforme, a torcida do Bahia terá uma novidade em 2011: numeração fixa. O marketing do clube atribuiu a mudança a um plano para a marca da equipe, que dessa maneira estaria mais parecida com clubes do sudeste, como Corinthians e São Paulo, que têm adotado a medida nos últimos anos. Segundo o marketing tricolor, a decisão dá “credibilidade e profissionalismo” à imagem do Bahia.