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Balde de pipoca vira trunfo do Cinemark para ativar Rio Open

Após sucesso no tênis, marca começa a testar "operação" no futebol

Wagner Giannella - Rio de Janeiro (RJ) Publicado em 24/02/2020, às 08h30 - Atualizado às 11h30

Imagem Balde de pipoca vira trunfo do Cinemark para ativar Rio Open

Quando você vai ao cinema, o que é mais importante: a pipoca ou a embalagem em que ela vem servida? A resposta da maioria das pessoas deve ser, provavelmente, a pipoca, certo? No entanto, desde que começou a colocar em prática a ideia de levar a pipoca para fora do cinema, a rede Cinemark vem percebendo que, nos eventos, a embalagem faz, sim, bastante diferença na cabeça do consumidor. E o Rio Open tem boa "parcela de culpa" nessa história.

Patrocinador do torneio desde 2016, o Cinemark criou, no ano passado, um balde com o formato e a cor de uma bola de tênis para servir as pipocas. Mesmo simples, a ativação foi uma das que mais repercutiu com o público, o que fez com que a rede de cinemas passasse a olhar para os baldes com uma atenção cada vez mais especial.

Foto: Vans Bumbeers / Rio Open

"Antigamente, a pipoca era a estrela, a única representante da marca. Só que, com o tempo, o balde foi ganhando protagonismo. Hoje, ele serve como um 'gift' (presente), uma espécie de 'eu fui', já que se transformou em uma lembrança do evento para o consumidor", explicou Daniel Campos, diretor de marketing e digital do Cinemark.

Após a pipoca extrapolar os cinemas, foi a vez da estratégia do balde extrapolar o esporte. Em 2019, o Cinemark acabou apostando na tática em eventos como Rock in Rio, Game XP e CCXP. Dessa forma, o objetivo da marca de ver o cliente consumindo entretenimento, seja ele qual for, esporte, música, games ou tecnologia, com um balde de pipoca nas mãos, se tornou realidade.

Foi então que chegou a hora de voltar a olhar para o tênis em 2020. Para o Rio Open, um novo modelo de balde foi produzido, com o mesmo formato de bola de tênis, mas dessa vez em um tom dourado e com a logomarca do Rio Open com um destaque ainda maior.

Foto: Divulgação / Cinemark

Foto: Diego Padilha / Rio Open

"Chegamos à conclusão de que, mesmo com o sucesso do balde do ano passado, era melhor fazer outro modelo. Tem muita gente que é apaixonada por tênis e vai ao torneio todo ano. Se não mudássemos o modelo, tiraríamos de quem foi no ano passado a chance de ter a edição 2020 do balde. Ter um balde do ano é superimportante porque o fã quer ter o 'eu fui' de 2019 e também o 'eu fui' de 2020", acrescentou Daniel Campos.

Com o sucesso no tênis, o Cinemark decidiu olhar para o mercado esportivo de forma mais ampla este ano. Desde o final de janeiro, em uma parceria com a Allegra Pacaembu, concessionária que assumiu a gestão do estádio na capital paulista e terá a propriedade por 35 anos, a marca começou a testar a "operação" da pipoca no futebol.

O teste de estreia ocorreu na final da Copa São Paulo de Futebol Júnior, entre Grêmio e Internacional, no dia 25 de janeiro, e foi repetido quatro dias depois, no duelo entre Palmeiras e Oeste, válido pelo Campeonato Paulista. Nos dois jogos, o Cinemark "operou" a área de hospitalidade do Pacaembu (o Salão Nobre com convidados) e ainda dois dos tradicionais pontos de venda do estádio, utilizando uma estrutura própria da marca. No próximo sábado (29), haverá um terceiro teste, o maior até o momento, no clássico entre Santos e Palmeiras.   

"Foram testes de como 'operar' a pipoca Cinemark dentro do Pacaembu. Ainda sem balde especial, sem nada nesse sentido. A ideia é aprender, pois a gente ainda não sabe 'operar' estádio e tem muita coisa para aprender, mas é um passo com o intuito de ver se a pipoca tem potencial de acompanhar o futebol assim como acompanha o tênis", finalizou o executivo.