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Com Super Bowl, NBC testa limite de mercado publicitário nos EUA

Emissora fechou cotas de publicidade apenas nesta semana

Duda Lopes - São Paulo (SP) Publicado em 30/01/2015, às 10h41 - Atualizado às 12h41

Imagem Com Super Bowl, NBC testa limite de mercado publicitário nos EUA

O quanto vale 30 segundos de publicidade na transmissão do Super Bowl, o evento mais assistido dos Estados Unidos? Neste ano, parece que a NBC, emissora do evento em 2015, chegou mais perto do número máximo que o mercado americano toleraria.

Para a edição de 2015 do torneio, a NBC colocou o preço mais alto da história do Super Bowl. Quem se dispôs a anunciar no espaço mais desejado da televisão americana teve que pagar US$ 4,5 milhões. No entanto, diferente do que se imaginava, a venda não foi simples.

Apenas na última quarta-feira (28), a emissora anunciou a venda de todas as cotas disponíveis para a decisão do torneio de futebol americano. Em comparação, a Fox já não tinha mais espaço em sua grade faltando dois meses para a transmissão do Super Bowl de 2014. Responsável pela exibição do jogo naquele ano, o canal de Rupert Murdoch cobrou US$ 4 milhões pelos 30 segundos.

Em 2014, uma das diferenças esteve no local da partida. A decisão foi feita em Nova York, a cidade mais rica e populosa dos Estados Unidos. Com audiência de 111 milhões, foi a partida mais vista da história do Super Bowl.

O crescimento do preço de publicidade para o evento teve crescimento acentuado nos últimos anos. Em 2012, os 30 segundos custavam US$ 3,5 milhões. No ano seguinte, ficou entre US$ 3,7 milhões e US$ 3,8 milhões.

Além da enorme audiência, as marcas contam com uma grande expectativa em torno dos comerciais do Super Bowl. Normalmente, as empresas guardam os melhores e mais caros anúncios para colocar no intervalo do jogo, e a repercussão tem sido alta.

Em 2014, a Budweiser apostou na amizade de um cachorro e um cavalo. Depois de ser assistido por 111 milhões na televisão, o vídeo foi apontado por diversos veículos como um dos melhores da transmissão daquele ano. Ao colocar no YouTube, o filme ganhou mais 55 milhões de visualizações. Uma boa amostra que, no mínimo, as marcas ganham uma atenção considerável com o investimento.