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Conmebol busca agência para Copa América, mas limita acordos

No Brasil, entidade tentará renegociar valores com dona dos direitos, a Globo

Redação - São Paulo (SP) Publicado em 27/02/2018, às 17h43

Imagem Conmebol busca agência para Copa América, mas limita acordos

Foto: Reprodução / Site (conmebol.com)

A Copa América 2019, que será realizada no Brasil, nem bem teve os seus trabalhos de organização iniciados e já esbarra em um problema. Uma série de direitos do torneio estão presos a contratos antigos que limitam os recursos para a realização do evento. A informação foi dada pelo blog do jornalista Rodrigo Mattos, no UOL.

A licitação para buscar uma agência “que presta serviços de consultoria profissional e especializada e Comercialização dos Direitos da Copa América Brasil 2019” foi lançada na semana passada. E a nova diretoria, capitaneada pelo presidente Alejandro Domínguez, já deixou claro que, quem ganhar, não poderá comercializar certos direitos por conta de contratos fechados pela diretoria anterior.

De acordo com o blog, um dos contratos antigos é o dos direitos para televisão aberta no Brasil com a Globo. A entidade pretende conversar com a emissora para renegociar valores, mas vai depender da Globo querer “ajudar” ou não a Conmebol.

Dessa forma, alguns detalhes pensados pela entidade podem não ser colocados em prática. Um deles seria fazer um torneio mais enxuto, centrado nos grandes centros do país.

As emissoras interessadas terão até o dia 13 de março para apresentar suas propostas em formato físico na sede da Confederação Sul-Americana de Futebol, localizada em Luque, no Paraguai. A concorrência será acompanhada pela consultoria Ernst & Young na Argentina.

A Copa América 2019 será a quinta realizada em território brasileiro na história. As outras foram nos anos de 1919, 1922, 1949 e 1989.

Em uma reunião realizada também na semana passada no Uruguai, os membros do Comitê Organizador Local foram definidos. O Conselho de Administração será composto por cinco membros: o presidente da CBF, Antonio Carlos Nunes de Lima; o vice-presidente da CBF, Fernando Sarney, que presidirá o Conselho; o diretor executivo de gestão da CBF, Rogério Caboclo, que será o CEO; e os laterais campeões mundiais pela seleção brasileira Cafu e Branco.