Máquina do Esporte
Facebook Máquina do EsporteTwitter Máquina do EsporteYoutube Máquina do EsporteLinkedin Máquina do Esporte

De olho no mercado asiático, PSG abre escritório em Cingapura

Liderado por Sébastien Wasels, escritório será o primeiro do clube no exterior

Redação - São Paulo (SP) Publicado em 12/04/2018, às 10h15

Imagem De olho no mercado asiático, PSG abre escritório em Cingapura

Clube cada vez mais global, o Paris Saint-Germain deu mais um passo em busca de expansão no mercado internacional nesta quarta-feira (11). Os franceses anunciaram a abertura de seu primeiro escritório no exterior. O local escolhido foi Cingapura, por conta do incipiente e gigantesco mercado asiático.

Foto: Reprodução / Twitter (@PSG_inside)

“O objetivo é aumentar a visibilidade da marca, cultivar novas parcerias e alimentar a crescente base de fãs do clube que floresceu na Ásia nos últimos anos”, afirmou o PSG, em um comunicado.

O responsável pelo novo passo internacional dado pelo clube francês será Sébastien Wasels, que vem sendo o responsável pelo desenvolvimento do Paris Saint-Germain no cenário mundial desde 2009.

De acordo com dados coletados e analisados pelo próprio clube, o PSG tem, atualmente, mais de 17 milhões de seguidores nas redes sociais asiáticas, incluindo cerca de 5 milhões na Indonésia e 1,3 milhão na China.

“A Ásia é uma área que tem um grande potencial para o clube. Estamos muito felizes em abrir o primeiro escritório internacional para um público cada vez mais sensível ao futebol e suas oportunidades”, declarou o vice-diretor da área comercial do PSG, Frédéric Longuépée.

Vale ressaltar que a abertura do escritório tem a mão da agência de marketing esportivo chinesa Desports, que foi contratada pelo clube no mês passado para comercializar suas propriedades na China e também no restante do mercado asiático.

O acordo é válido até julho de 2020 e, segundo comunicado do clube francês veiculado na assinatura do contrato, é "multimilionário". A parceria permite à Desports captar negócios com exclusividade ao PSG no mercado asiático, em especial no chinês, um dos que mais se abriu para o clube desde a chegada de Neymar.