Elite do NBB se destaca por estabilidade de marcas

Brasília, Flamengo, Franca e Pinheiros seguem com parceiros de 2010 - Crédito Cadu Gomes

Brasília, Flamengo, Franca e Pinheiros seguem com parceiros de 2010 - Crédito Cadu Gomes

A terceira edição do Novo Basquete Brasil (NBB) viu nas semifinais confrontos entre Uniceub/BRB/Brasília, Flamengo, Vivo/Franca e Pinheiros/Sky. Agora, a menos de um dia do início da quarta temporada do principal campeonato da modalidade no país, esse quarteto se sobressai por ter mantido a maioria dos patrocínios de 2010/2011.

O Brasília, campeão da última temporada, não apenas manteve Uniceub e BRB por pelo menos mais um ano, como ainda conseguiu inserir o Bancorbrás no interior do número, uma modalidade de patrocínio que só é vista no futebol. Esse suporte fez com que a equipe do Centro-Oeste do país segurasse toda a base campeã.

O Vivo/Franca, derrotado pelo Brasília nos jogos finais, não conseguiu nenhum novo patrocinador, mas também segue com Vivo, Amazonas e Fundação de Esporte, Arte e Cultura (Feac) da cidade de Franca. O Pinheiros, em igual situação, permanece com os patrocínios de Sky e Brasilprev, além dos principais jogadores da edição anterior.

O único nesse quarteto a ter perdido um patrocinador foi o Flamengo. A Sky deixou a equipe logo após o término do NBB 2010/2011, sob a justificativa de que iria concentrar a verba investida apenas na equipe paulista. De qualquer modo, o BMG, dono de exposição de marca na camisa rubro-negra, foi mantido para mais uma temporada.

Esse cenário contrasta com equipes que tiveram performances inferiores no último NBB. O Minas continua com a CVC, pois o contrato firmado anteriormente era de três anos, mas perdeu Interforce e Wegman Seguros. O Cia do Terno/Romaço/Joinville, em outro exemplo, teve de trocar todo o nome com as saídas de Araldite e Univille.

Como a retenção das marcas de um ano para o outro foi alta, de 66%, segundo levantamento feito pela Máquina do Esporte, os outros times não tiveram mudanças bruscas para a nova temporada. Em geral, houve substituições, como no caso do Paulistano, que pôs a Unimed na cota máster em troca da Amil, parceira do ano passado.

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