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Em ação inédita, WSL terá casa para finais do surfe em SP

WSL Zone será primeira ativação do tipo feita pela liga em todo o mundo

Redação - São Paulo (SP) Publicado em 09/12/2019, às 09h20 - Atualizado às 12h20

Imagem Em ação inédita, WSL terá casa para finais do surfe em SP

A World Surf League (WSL) criará um espaço para ativar as finais da temporada 2019 da liga, que acontecem no Havaí até o dia 20 de dezembro. Entre os dias 14 e 15, próximos sábado e domingo, a WSL Zone funcionará na Red Bull Station, localizada na Praça da Bandeira, na região central de São Paulo. A casa é parte do projeto de Ivan Martinho, CEO da WSL na América Latina, para levar o alcance do surfe além do próprio nicho.

A casa, primeira ativação do gênero feita pela WSL no mundo, será fechada para convidados. Com patrocínios da Oi e da Havaianas, o espaço trará aulas de ginástica funcional e ioga, jogos e experiências de realidade aumentada e realidade virtual, entre outras atividades.

Foto: Divulgação

"Muitos brasileiros gostam e acompanham o surfe, mas não necessariamente o praticam. Cada vez mais pessoas são adeptas do estilo de vida que envolve os amantes desse esporte, como respeito à natureza, espírito desbravador, vestuário, hábitos de consumo e alimentação, bem como qualidade de vida e bem-estar. São Paulo é considerada a cidade sem praia com o maior número de surfistas e admiradores do surfe em todo o mundo", destacou Martinho.

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O evento ainda pretende ressaltar as mulheres no esporte que, no Brasil, representam 30% de um universo de 3 milhões de praticantes, porcentagem acima das apresentadas no surfe mundial: 19% de mulheres, dos 43 milhões de praticantes. Entre os atributos que fazem com que cada vez mais marcas se associarem à WSL está justamente a igualdade de gêneros, uma vez que os pagamentos pelos prêmios e títulos são absolutamente iguais para homens e mulheres.

Segundo a WSL, outros atributos são performance (a liga congrega os melhores surfistas do mundo em suas competições), sustentabilidade (a ONG Pure audita a liga para que as competições deixem as praias e locais de eventos melhor do que encontraram) e estilo de vida (que envolve moda, alimentação, música e outros hábitos).

"A ideia é testar e aprender, pois temos a intenção de incluir o evento no nosso calendário e, futuramente, abrirmos a WSL Zone para mais pessoas", explicou Martinho, que ainda afirmou que a organização espera receber cerca de mil pessoas em cada um dos dois dias do evento.