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Estatal volta a assegurar um piloto brasileiro na F1

Banco do Brasil financia entrada de Felipe Nasr, com aporte à Sauber

Erich Beting - São Paulo (SP) Publicado em 06/11/2014, às 08h33 - Atualizado às 10h33

Imagem Estatal volta a assegurar um piloto brasileiro na F1

O Brasil voltará a ter dois pilotos no grid de largada da Fórmula 1 em 2015. E, mais uma vez, isso só acontecerá graças ao patrocínio de uma empresa estatal brasileira a uma equipe que disputa a categoria. O Banco do Brasil vai garantir a entrada de Felipe Nasr como piloto da equipe Sauber.

O acordo foi anunciado na noite da última quarta-feira. Nasr, assim, vai se juntar a Felipe Massa, que está na Williams, patrocinada pela Petrobras.

Os carros da escuderia serão azuis e terão a marca do banco aplicada nas laterais e na parte traseira do aerofólio. Os valores do negócio não foram revelados, mas segundo apurou a Máquina do Esporte, giram em torno de 10 milhões de euros ao ano.

“O principal objetivo da parceria é viabilizar a entrada de um piloto brasileiro na Fórmula 1, esporte que tem público cativo no país. Além disso, é uma oportunidade de aumentar a conexão entre a marca do banco e atributos como brasilidade, modernidade e tecnologia”, disse Hayton Rocha, diretor de marketing do BB.

Desde 2012 que o BB patrocina Nasr, que até este ano disputava a GP2 Series. Atualmente ele é o vice-líder do campeonato que é uma espécie de preparatório para a F1.

O aporte do Banco do Brasil amplia, também, o investimento do governo federal no esporte de alta performance.

Além do automobilismo, o Banco do Brasil investe nas confederações de vôlei e handebol. Já os Correios apoiam o tênis, a natação, o futsal e os Jogos Olímpicos. A Infraero está no judô, enquanto o BNDES investe na canoagem. A Caixa, por sua vez, patrocina o atletismo e, também, diversos clubes de futebol, em investimento que ultrapassa os R$ 100 milhões ao ano.