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Fortaleza tenta vender naming right de CT em antigo estádio

Impulsionado por Rogério Ceni, clube investe em centro para time profissional no Pici

Erich Beting - São Paulo (SP) Publicado em 01/03/2019, às 07h18 - Atualizado às 10h18

Imagem Fortaleza tenta vender naming right de CT em antigo estádio

A presença de Rogério Ceni como técnico do Fortaleza tem ajudado o clube não apenas dentro de campo. Fora dele, a presença do ex-goleiro tem contribuído para o Fortaleza investir em infraestrutura e melhorias no clube.

No ano passado, quando liderou a equipe rumo à Série A do Campeonato Brasileiro, Ceni desenvolveu um projeto para transformar o estádio Alcides Santos, no bairro do Pici, num moderno centro de excelência e formação de atletas.

“A gente optou, depois da chegada do Rogério e por sugestão dele, transformar a nossa sede no Pici num centro de excelência para o futebol profissional. A ideia é melhorar a qualidade do espaço, o tamanho, os vestiários, criar um hotel para os atletas, academia, ter espaço de odontologia...”, afirmou Marcelo Paz, presidente do Fortaleza, em entrevista à Máquina do Esporte.

Segundo o dirigente, o projeto de reforma do espaço está orçado em cerca de R$ 1,5 milhão. O Fortaleza já começou a realizar as primeiras obras, mas agora o clube decidiu montar um plano comercial para levar ao mercado a venda do naming right do Centro de Excelência.

“O projeto já está pronto e estamos buscando um parceiro para ter o naming right desse espaço, que vai concentrar todas as atividades do futebol profissional. É uma forma de ativar um parceiro num local de uso constante e moderno”, disse Paz.

O departamento comercial do Fortaleza já está conversando com empresas locais para o negócio, mas o clube também decidiu buscar algumas agências parceiras para prospecção nacionalmente.

Projeto de reforma do Pici pelo Fortaleza custa R$ 1,5 mi e já está em andamento / © Divulgação

O acordo de naming rights terá a princípio três anos de duração. O centro de excelência foi projetado tendo como modelos os CTs de São Paulo, Palmeiras e Grêmio.

“O nome da empresa estará o tempo todo em evidência. Estamos lançando algo que o mercado ainda não está acostumado, então entendemos que possa levar mais tempo até fechar o contrato. Mas de qualquer forma vamos trabalhar para concluir as obras e o time profissional ir para lá”, completou o dirigente.