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Heineken ativa F1 no RJ com Massa e megaevento

Patrocinadora global da F1, marca decidiu "fugir" de SP este ano

Wagner Giannella - Rio de Janeiro (RJ)* Publicado em 05/11/2018, às 07h27 - Atualizado às 09h27

Imagem Heineken ativa F1 no RJ com Massa e megaevento

Rio de Janeiro (RJ). Domingo. 9h30.

Felipe Massa rasga a reta com sua Williams.

Não, o piloto não voltou à F1.

E não, a corrida no Brasil não voltou a ser em solo carioca.

Foto: Wagner Giannella

A demonstração de Massa pela Enseada de Botafogo foi a atração principal do Heineken F1 Experience, megaevento organizado pela marca de cerveja holandesa para ativar o patrocínio à categoria mais importante do atutomobilismo mundial. A ideia da marca, este ano, foi alcançar novos públicos.

"Você não precisa estar na F1 para curtir a F1. A corrida já acontece em SP. A gente já vai estar lá. O que a gente queria era mostrar para o brasileiro que, apesar de não ter um piloto do país na F1 pela primeira vez em 48 anos, a F1 continua sendo um espetáculo incrível. E a gente queria mostrar isso pra mais gente. Escolhemos Rio e Porto Alegre porque são praças extremamente estratégicas para a marca, tanto para construção de marca como de participação de mercado", explicou Guilherme Retz, gerente de marketing da Heineken no Brasil.

Foto: Wagner Giannella

Foto: Wagner Giannella

A marca montou um megaevento no RJ. Uma grande estrutura foi construída para imprensa e convidados. Já o público pôde aproveitar diversas atrações. Além de Felipe Massa acelerando um F1 por três vezes em horários diferentes, o evento contou com a presença de um DJ, performances e manobras de drifting racing, apresentação de motos acrobáticas e um show da cantora Preta Gil. Tudo isso até o final da tarde. No próximo sábado (10), véspera do GP Heineken do Brasil, haverá atrações no mesmo estilo no Gasômetro, em Porto Alegre (RS), e quem guiará a Williams será Rubens Barrichello.

"Não usamos nosso patrocínio apenas para estar na placa no campo ou na pista. A gente quer contar histórias para o nosso consumidor. Na F1, por exemplo, o patrocínio vem com um propósito de traduzir um dos principais valores da companhia, que é o consumo responsável, o 'quando dirigir, nunca beba'. Além disso, destacamos que o piloto não faz nada sozinho, que grandes performances são sempre um trabalho em equipe. Por isso, montamos o nosso time: juntamos Heineken, Massa, Barrichello e Williams para levar a F1 para fora de Interlagos", afirmou Vanessa Brandão, diretora de marketing da Heineken no Brasil.

Vale lembrar que, além da F1, a cerveja holandesa é patrocinadora também da Liga dos Campeões e da Copa do Mundo de Rúgbi. Para completar, possui os naming rights do GP Brasil desde 2017 e, no mês passado, fechou um acordo com a Fórmula E pelas próximas cinco temporadas. Provas de que a marca vem investindo pesado no esporte.

Foto: Wagner Giannella

"Os naming rights são muito importantes porque, além do nome oficial da prova, temos uma série de outros benefícios, como a possibilidade de ativar fora de Interlagos, vender cerveja dentro da pista e ter uma arquibancada para compartilhar 2 mil ingressos com consumidores, fazendo promoções. Como o Brasil é o segundo mercado do mundo para a marca, atrás apenas dos EUA, é importante que seja o Brasil a ter os naming rights dentro da nossa proposta", explicou Vanessa.

"Todos os patrocínios se complementam na nossa estratégia porque a audiência deles não necessariamente é a mesma. A ideia é sempre alcançar públicos diferentes, não só em quantidade como de idades diferentes. A Fórmula E, por exemplo, fala com um perfil diferente da F1, talvez muito mais jovem. Além disso, a F-E será, talvez, o que o automobilismo será no futuro, e é importante para a Heineken olhar para o futuro", finalizou Guilherme.

Foto: Wagner Giannella

* O repórter viajou a convite da Heineken