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Inglaterra centraliza venda de direitos do futebol feminino

Agência Pitch International ajudará na internacionalização da FA WSL

Redação - São Paulo (SP) Publicado em 09/12/2019, às 09h40 - Atualizado às 12h40

Imagem Inglaterra centraliza venda de direitos do futebol feminino

A Federação Inglesa de Futebol (FA) anunciou que a agência Pitch International será responsável por vender os direitos de transmissão da Women's Super League (WSL), o campeonato de futebol feminino da Inglaterra. A Pitch já havia vendido os direitos do torneio para a Sky Mexico, para os países nórdicos e também para a região da Ásia-Pacífico.

Os acordos ajudaram a agência a ser credenciada para vender a principal competição de futebol feminino da Inglaterra para os demais territórios. Apenas a própria Inglaterra e a Irlanda estão fora do pacote.

Foto: Reprodução / Twitter (@BarclaysFAWSL)

"A rede da Pitch nos permitirá continuar o emocionante crescimento da FA WSL, levando a liga, que está ganhando cada vez mais força, a mais fãs ao redor do mundo", afirmou Tom Gracey, gerente sênior de transmissão da FA.

"A Pitch está orgulhosa de poder ajudar o futebol feminino a avançar e otimista em abrir novas oportunidades para a FA WSL. Foi um grande ano para a Divisão de Esporte Feminino desde o seu lançamento no início deste ano e isso representa outro desenvolvimento emocionante", declarou Henri Kamerling, diretor geral de vendas da Pitch International.

Fora dos países em que a Pitch garantiu acordos de transmissão da WSL, ainda haverá transmissão ao vivo disponível de partidas no The FA Player, a plataforma de streaming da própria federação. O serviço oferece cobertura gratuita de mais de 150 jogos de futebol feminino durante a temporada 2019/2020.

Vale lembrar que a relação da Pitch com a FA já vem de alguns anos, já que a agência é responsável pela venda dos direitos de transmissão da FA Cup masculina na Europa Ocidental, Oriente Médio e norte da África. Em abril, ainda adquiriu os direitos da W Series, categoria do automobilismo criada este ano e que conta apenas com mulheres. Apenas em 2019, a agência distribuiu os direitos a mais de 110 países.