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McLaren deixará Renault e terá motores Mercedes na F1 em 2021

Acordo valerá por quatro anos e remonta a parceria existente entre 1995 e 2014

Redação - São Paulo (SP) Publicado em 30/09/2019, às 09h18 - Atualizado às 12h18

Imagem McLaren deixará Renault e terá motores Mercedes na F1 em 2021

A McLaren aproveitou o fim de semana de disputa do Grande Prêmio da Rússia de Fórmula 1 para anunciar a volta da parceria com a Mercedes como fornecedora de motores da escuderia a partir de 2021. O contrato será válido por quatro anos e remonta a um acordo que existiu entre 1995 e 2014.

Com o anúncio, a Mercedes garante mais duas vagas para seus motores no grid após divulgar a renovação com a Williams até 2025 há duas semanas. Na McLaren, a fabricante alemã substituirá a francesa Renault, parceira da equipe britânica desde o ano passado. Entre 2015 e 2017, a japonesa Honda teve acordo com a escuderia.

Foto: Reprodução / Twitter (@McLarenF1)

"Este acordo é um passo importante em nosso plano de longo prazo para retornar ao sucesso na Fórmula 1. A Mercedes é uma referência, tanto como equipe quanto em uma unidade de energia, por isso é natural procurarmos garantir um relacionamento com a empresa para a próxima fase da nossa jornada. O anúncio reflete a confiança dos nossos acionistas e é uma mensagem importante para nossos investidores, nossa equipe, parceiros e fãs de que estamos comprometidos em devolver a McLaren à frente do grid", declarou Zak Brown, CEO da equipe britânica.

"Embora as duas marcas compartilhem uma história de prestígio, este novo contrato tem tudo a ver com o futuro e o início de uma nova era de fornecimento de unidades de energia para os próximos anos. A McLaren vem colocando em prática os elementos básicos de seu renascimento nas últimas temporadas, incluindo performances impressionantes nesta temporada com a potência da Renault. Esperamos que este novo acordo de longo prazo marque outro marco para a McLaren", disse Toto Wolff, diretor executivo e chefe de equipe da Mercedes.

Após algumas temporadas desastrosas, a McLaren tem ressurgido em 2019. A equipe já marcou 101 pontos neste ano e ocupa a quarta posição na classificação do Mundial de Construtores, atrás apenas de Mercedes, Ferrari e Red Bull. Entre os pilotos, Carlos Sainz é o sétimo na classificação com 66 pontos, enquanto o estreante Lando Norris é o nono com 35.

Com a McLaren, a Mercedes garante fornecimento de motores a praticamente metade do grid de largada da F1 a partir de 2021. Além da equipe própria, da Williams e agora da McLaren, a fabricante alemã ainda terá os dois carros da Racing Point correndo com seus propulsores.