Mobil lamenta ausência de Ronaldinho em ativação

Pela 2ª vez, Ronaldinho demonstra não estar disponível para parceiros - Crédito Alexandre Loureiro / VIPCOMM

Pela 2ª vez, Ronaldinho demonstra não estar disponível para parceiros - Crédito Alexandre Loureiro / VIPCOMM

Os R$ 5 milhões investidos para adquirir a barra da camisa do Flamengo em 2012, para a Mobil, devem ser acompanhados por extensa ativação. Levar parceiros estratégicos a jogos da equipe, realizar eventos ligados ao clube, levar jogadores para feiras, montar sessões de autógrafos, apresentar os ídolos flamenguistas a determinados clientes. Nesse cenário, no entanto, a empresa não terá o principal nome, Ronaldinho Gaúcho.

"No Flamengo e nos clubes em geral, há atletas aos quais o clube tem direito de explorar a imagem e outros, não. O Ronaldinho não está entre aqueles que o Flamengo explora, mas existem outros que podemos usar, e é o que queremos fazer. Ele é maravilhoso, admiramos muito ele, mas vamos estar bem servidos no que se refere à ativação", explica Milena Brito, gerente de marketing da marca, em entrevista exclusiva à Máquina do Esporte.

O aporte ao time rubro-negro surgiu da convergência de duas necessidades. A primeira, encontrar um modo de entrar no futebol, modalidade estudada há cerca de dois anos pela equipe da Mobil e considerada como estratégica para se aproximar do dia a dia do consumidor. A segunda, resolver pendenga judicial, já vencida pelo Flamengo, que envolvia o uso irregular de terreno do clube pela Esso.

Desse modo, Ronaldinho demonstra pela segunda vez em alguns meses que não está à disposição do Flamengo para ajudar na área de negócios. A Duracell, marca da Procter & Gamble, também tentou ativar o aporte feito no segundo semestre do ano passado à equipe. Colocou dispositivos que fariam a pilha estampada nas costas da camisa acender. Todos os jogadores participaram da iniciativa, menos o principal craque flamenguista na atualidade.

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