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Puma troca comando, e Penalty segue no São Paulo

Acordo do clube com a fabricante de origem alemã travou após troca de CEO

Erich Beting - São Paulo (SP) Publicado em 22/10/2014, às 11h02

Imagem Puma troca comando, e Penalty segue no São Paulo

O acordo com a Puma estava praticamente certo. A antecipação do término do contrato com a Penalty, encaminhado. Mas, na última hora, uma mudança na direção da fabricante de origem alemã aqui no Brasil mudou os planos, e o São Paulo seguirá com a Penalty até o fim de 2015.

No fim de tarde da terça-feira, clube e empresa anunciaram o lançamento de uma camisa do último jogo do goleiro Rogério Ceni e, ainda, a antecipação da linha de 2015 dos uniformes de jogo do São Paulo.

O evento serviu também para encerrar as especulações sobre quem poderia vir a ser o fornecedor são-paulino. A manutenção da Penalty por mais um ano, como rezava o contrato inicial, porém, se dá muito mais pela mudança no comando da Puma.

Roberto Goldminc, antigo presidente, havia conduzido toda a negociação com o São Paulo. Em agosto passado, ele deixou o cargo, assumindo Fabio Espejo no lugar. As conversas entre a marca e o clube esfriaram, e a troca de fornecedor acabou sendo adiada, voltando à estaca inicial.

Com isso, a Penalty seguirá como fornecedora. No próximo dia 18 de novembro, a camisa que será usada por Rogério Ceni na última partida oficial pelo clube será apresentada. Da mesma forma, a fabricante decidiu antecipar o lançamento das camisas de 2015, que já serão mostradas - e vendidas - a partir de dezembro.

"Por conta das festas de fim de ano, vamos antecipar o lançamento da coleção. O objetivo é reforçar a parceria, porque o São Paulo é um clube muito forte para nós", afirmou Paulo Ricardo Oliveira, CEO da Penalty.