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Real Madrid renova acordo com empresa de apostas até 2021

Relacionamento do clube espanhol com a Codere teve início em 2016

Redação - São Paulo (SP) Publicado em 16/05/2019, às 09h44 - Atualizado às 12h44

Imagem Real Madrid renova acordo com empresa de apostas até 2021

O Real Madrid anunciou, nesta quarta-feira (15), a renovação do contrato de patrocínio com a empresa de apostas on-line Codere. O relacionamento entre clube e companhia, que teve início em 2016, foi estendido até o final da temporada 2020/2021, com o objetivo de promover o "jogo responsável" e o "fair play".

Desde o início da parceria, a empresa oferece ofertas exclusivas de apostas e promoções do Real Madrid para os torcedores do time. Com o patrocínio, a Codere busca usar o status global do clube para aumentar seu perfil em novos mercados, em especial no sul-americano. O acordo vigente terminaria ao final da atual temporada.

O foco em falar de "fair play" também tem um motivo. A parceria já recebeu diversas críticas da mídia espanhola pelo fato de a Codere ter usado extensivamente a marca do Real Madrid e os jogadores do clube em campanhas publicitárias. A imprensa do país chegou a afirmar que a diretoria madrilenha estava permitindo que seus atletas promovessem serviços de jogos sem o devido cuidado.

Foto: Reprodução / Twitter (@CodereApuestas)

"Este acordo consolida a vocação internacional do nosso grupo, que já opera apostas on-line na Espanha, México, Colômbia e Panamá, e permanece focado nas oportunidades de crescimento de negócios em mercados como Argentina e Brasil. É também outra demonstração da nossa estratégia na perspectiva do cliente, com quem estamos comprometidos em fornecer a melhor experiência possível", declarou Vicente Di Loreto, presidente-executivo da Codere.

A Codere alcançou um lucro de € 68 milhões no primeiro trimestre de 2019. O resultado foi impulsionado pelo crescimento nos mercados espanhol e mexicano, principalmente. O lucro operacional caiu 6,7%, para € 357,7 milhões, parcialmente atribuído à queda de € 42 milhões na Argentina, por conta da desvalorização do peso em relação ao euro.