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Rio Open transforma lixo de cordas em pulseira para vender

Torneio inova e recolhe restos de cordas dos tenistas para fazer item para loja oficial

Redação - São Paulo (SP) Publicado em 06/02/2020, às 09h01 - Atualizado às 12h01

Imagem Rio Open transforma lixo de cordas em pulseira para vender

A organização do Rio Open encontrou um jeito de fazer dinheiro com um produto que seria descartado no lixo. A IMM anunciou que, nesta edição do torneio, a La Boutique, loja oficial da competição, venderá pulseiras confeccionadas a partir da corda da raquete dos jogadores do Rio Open.

Pulseira reaproveita cordas de raquete - © Divulgação

A ideia foi dar utilidade a um produto que, antes, era jogado no lixo. Como os atletas trocam constantemente as cordas das raquetes após jogos e treinos, a organização decidiu transformar esse descarte em um artigo de maior utilidade.

"Só no ano passado mais de 450 raquetes foram encordoadas durante o torneio. Vamos reaproveitar as cordas em sua produção, ajudando não apenas o meio ambiente, mas também oferecendo um produto especial para que os amantes do esporte possam levar de verdade um pouquinho do Rio Open pra casa", afirma Luiz Carvalho, diretor do torneio.

Com a iniciativa, o Rio Open continua a manter o status de "inovador". Além disso, reforça um conceito que tem permeado a criação da La Boutique, que é o de oferecer uma linha de produtos que só é encontrada dentro do complexo montado no Jockey Club Brasileiro, no Rio de Janeiro.

"Esses produtos são verdadeiros itens de colecionador, já que não são encontrados em lugar nenhum além do Rio Open. É uma forma de guardar com carinho um pedaço do evento em casa e também de presentear outros fãs de tênis", conta Marcia Casz, diretora geral do Rio Open.

A chave principal do Rio Open será realizada entre os dias 17 e 23 de fevereiro. O torneio é o maior da América do Sul do circuito da ATP.