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Streaming da Disney ajuda, e ESPN+ dobra assinantes nos EUA

Plataforma OTT da ESPN saltou de 3,5 milhões para 7,6 milhões em três meses

Redação - São Paulo (SP) Publicado em 05/02/2020, às 12h06

Imagem Streaming da Disney ajuda, e ESPN+ dobra assinantes nos EUA

A plataforma de streaming da ESPN, a ESPN+, saltou de 3,5 milhões de assinantes em novembro de 2019 para 7,6 milhões neste início de fevereiro, ou seja, mais do que dobrou em apenas três meses. A informação foi revelada pelo executivo-chefe da Disney, Bob Iger, e pode ser explicada por dois motivos.

A primeira justificativa tem exatamente a Disney como "culpada". Isso porque o serviço de streaming da marca de entretenimento, o Disney+, foi lançado em novembro e deu aos interessados a possibilidade de assinar um combo: por US$ 12,99 mensais, o consumidor teria direito à nova plataforma e também a outras duas, a Hulu e a ESPN+.

Isso fez com que milhões de pessoas aderissem à "promoção", aumentando, assim, o número de assinantes do streaming da ESPN. Para se ter uma ideia, a Disney+, em apenas três meses de existência, já soma 28,6 milhões de assinantes, um terço deles vindos da Verizon, que ofereceu uma assinatura gratuita de um ano para selecionar clientes em um acordo com a Disney.

Foto: Reprodução

A outra justificativa é óbvia: o próprio conteúdo da ESPN+, que teve um salto de qualidade e quantidade nos últimos três meses. Para se ter uma ideia, mais de 1 milhão de pessoas compraram a luta entre Conor McGregor e Donald Cerrone, válida pelo UFC e disputada no dia 19 de janeiro. Todos esses consumidores se tornaram assinantes instantâneos da plataforma de streaming, mesmo que a curto prazo.

Lançada há quase dois anos, em abril de 2018, a ESPN+ também adquiriu recentemente os direitos exclusivos da Copa del Rey da Espanha para o mercado dos EUA, como parte de um contrato assinado com a Federação Espanhola de Futebol. Além disso, a plataforma está perto de fechar um acordo de direitos de transmissão com o PGA Tour de golfe.  

"Acredito que agora estamos bem posicionados para suportar as forças disruptivas da tecnologia e ainda prosperar no ambiente de mídia cada vez mais dinâmico dos dias atuais", afirmou Bob Iger.