Visa explica critérios para patrocínio a ídolos

Empresa não comenta, mas Adriano segue lógica de aportes pontuais

Empresa não comenta, mas Adriano segue lógica de aportes pontuais

Ronaldo, Robinho, Ronaldinho Gaúcho, Rivaldo e Luis Fabiano. Todos eles têm dois pontos em comum. O primeiro deles é o retorno ao futebol brasileiro após numerosas temporadas fora do país, e o segundo é o patrocínio da Visa justamente na partida em que voltam a vestir cores brasileiras. Mas qual é critério para esses patrocínios?

Segundo Mariana Nadruz, diretora de marketing da Visa no Brasil, não há uma lista de critérios específicos que precisa ser preenchida, como passagens pela seleção brasileira. "Nós levamos em consideração tamanho do clube, do jogador, histórico dele no país, tudo o que conquistou, mas avaliamos cada oportunidade", explica.

O retorno de Luis Fabiano ao São Paulo, por exemplo, não remete à conquista de títulos com a camisa tricolor, mas representa forte vínculo entre atleta e torcedores. Há, ainda, a relev"ncia que o atacante ganhou por representar o país na última Copa do Mundo. Com Ronaldo, por outro lado, as principais razões foram distintas.

Apesar disso, desde que começou com o aporte pontual na reestreia de um grande ídolo (o pioneiro e mais bem sucedido aporte foi com Ronaldo, em março de 2009, no clássico contra o Palmeiras), a Visa não participou da primeira volta de Adriano, ainda em 2009, ao Flamengo.

A despeito de o atacante, agora no Corinthians, encaixar-se nas características descrita por Mariana Nadruz, a Visa ainda não se pronuncia a respeito de um eventual patrocínio ao Corinthians na estreia do jogador.