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Williams perde cinco patrocinadores para a temporada

Rexona é mais uma a deixar a escuderia, que vendeu vaga para filho de bilionário

Redação - São Paulo (SP) Publicado em 08/01/2020, às 11h30

Imagem Williams perde cinco patrocinadores para a temporada

A escuderia Williams perderá o apoio da Rexona na temporada 2020 da Fórmula 1. Segundo o site polonês Sportowe Fakty, a marca da Unilever não renovará o acordo pelo qual paga € 15 milhões para ter a marca no carro.

A decisão representa o mais duro golpe para a equipe inglesa desde a saída da petrolífera polonesa PKN Orlen, que seguiu o piloto Robert Kubica para a Alfa Romeo e deixou a Williams sem patrocínio.

A temporada começa, inclusive, com dificuldades. Além da Rexona, a Tata Communications, bem como a plataforma de blockchain Omnitude e a empresa de software Symantec deixaram de patrocinar a escuderia, que soma agora cinco patrocinadores a menos.

A boa notícia é por conta da permanência da empresa de tecnologia Rokit, maior patrocinadora da escuderia e que renovou o contrato até 2023.

A perda de patrocínio foi compensada pela chegada do piloto Nicholas Latifi, filho do bilionário Michael Latifi, que detém parte das ações da McLaren. Latifi pagará € 30 milhões para correr pela Williams na temporada, o dobro do que a Rexona desembolsava pelo patrocínio.

A decisão de permitir o pagamento da vaga por um piloto, sem a entrada de um patrocinador, mostra a que ponto a crise dentro da Williams chegou. Em dezembro, o braço de engenharia da escuderia foi vendido para a empresa de private equity EMK Capital, por uma quantia não revelada. Há dois anos que o faturamento da equipe vem caindo, sendo que o prejuízo acumulado do primeiro semestre de 2019 foi de US$ 21 milhões.