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Opinião / Opinião

BMG mostra força da ativação no esporte

Duda Lopes Publicado em 05/11/2020, às 09h15

Imagem BMG mostra força da ativação no esporte

Desde que retornou aos times de elite do futebol brasileiro, o BMG sempre teve uma meta muito clara: popularizar a plataforma de banco digital, com um funcionamento de fintech, mas com o peso de uma marca muito mais tradicional. E a empresa soube que, para conseguir sucesso nessa empreitada, era preciso ir além da exposição da marca. O esforço seria em vão se o novo serviço não fosse devidamente comunicado.


O resultado tem sido impressionante. Cada clube patrocinado representa hoje uma parcela de cerca de 50 mil clientes. Poucas empresas podem dizer que conseguiram, de maneira tão direta, um montante de novos clientes finais por meio de um patrocínio esportivo. As metas até eram mais ousadas, mas a verdade é que a quantia é significativa para um segmento como o bancário.

Para o mercado esportivo, esse caminho do BMG é fundamental em duas frentes. Primeiro, por mostra que o fute- bol tem uma enorme influência na vida das pessoas, a ponto de elas mudarem suas contas bancárias ao serem impactadas por um patrocínio. A segunda é como a ativação ficou explícita como um caminho fundamental no sucesso do aporte.

Especialmente porque, como já foi dito neste espaço, nem sempre a ativação foi a mais adequada. O discurso de "ajuda" ao clube é questionável, e o condicionamento de mudança de cor do logotipo com a abertura da conta foi bastante criticado. Ainda assim, somadas a várias outras ativações bem sucedidas, a empresa mostrou como movimentar o patrocínio é fundamental para a percepção da marca pelo torcedor.

O caso mais recente, com o vídeo do Atlético Mineiro, é um bom exemplo. A celebração ganha mídia espontânea, cria conteúdo e gera engajamento, além da experiência criada para dois torcedores. Esse engajamento está no contato com um serviço oferecido, em tom motivacional pelo clube mineiro. É simples, mas, com boa periodicidade, é fundamental para a eficácia do aporte.

Entre os patrocinadores dos clubes brasileiros, mesmos os masters, como é o caso do BMG, ainda é incrível a forma passiva como investem as empresas. O foco está constantemente na exposição da marca, como se o futebol fosse limitado a funcionar como uma mídia estática e de discurso limitado. Felizmente, o número de companhias que pensam o esporte de modo diferente é crescente, e o BMG poderá dar um pouco do caminho para o sucesso.