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Rio Open zerará emissões de carbono por deslocamento do público no torneio de 2022

Em parceria com a Engie, ação pede que torcida calcule emissões em transporte até local do evento

Redação - São Paulo (SP) Publicado em 22/12/2021, às 10h55 - Atualizado às 10h57

Rio Open promete zerar emissão de carbono com deslocamento da torcida até local do evento - Divulgação / Vans Bumbeers
Rio Open promete zerar emissão de carbono com deslocamento da torcida até local do evento - Divulgação / Vans Bumbeers

O Rio Open, principal evento de tênis da América do Sul, zerará, em parceria com a Engie, as emissões de carbono geradas pelo deslocamento do público até o torneio de 2022.

Na última edição do evento, em 2020, os parceiros já haviam “descarbonizado“ a competição. Para fortalecer a iniciativa em 2022, o público terá que incluir o código do ingresso neste site e calcular as emissões de seu transporte até o local. Não há custo algum para o torcedor.

“Queremos ser campeões na preservação. Por isso, neste ano, queremos ir além de realizar um evento carbono neutro certificado. Queremos, de forma voluntária, ampliar esse escopo e incluir os cálculos de emissões de todo o deslocamento do público ao evento, para neutralizá-lo também. É fundamental a participação de todos para deixarmos o Rio Open cada vez mais um evento carbono zero”, afirmou Marcia Casz, diretora do torneio.

Em 2020, o Rio Open, também em parceria com a Engie, compensou 400 toneladas de carbono geradas pela montagem, operação e desmontagem do evento. Além disso, neutralizou ainda todas as viagens aéreas nacionais e internacionais dos atletas e das equipes técnicas, assim como os resíduos gerados, por meio de créditos de carbono cedidos pela Usina Hidrelétrica Jirau.

”Nosso propósito é agir para acelerar a transição para uma economia neutra em carbono por meio do consumo reduzido de energia e soluções sustentáveis, o que inclui a redução e a neutralização de emissões. Estamos muito felizes em, novamente, utilizarmos créditos de carbono gerados pelas nossas usinas de geração de energia para tornar o Rio Open mais sustentável ainda”, destacou Mauricio Bähr, CEO da Engie no Brasil.