O torneio de Wimbledon, realizado pelo All England Club, distribuirá £ 64,2 milhões (cerca de R$ 438,6 milhões, na cotação atual) em premiações na edição de 2026. O valor representa um acréscimo de 20% em relação aos £ 53,5 milhões (R$ 365,5 milhões) distribuídos na temporada de 2025, o que configura o maior aumento absoluto na história do Grand Slam mais tradicional do tênis.
O planejamento financeiro do torneio assegura reajustes em todas as etapas da chave principal de simples, mantendo a paridade de pagamentos entre os gêneros masculino e feminino.
Os tenistas que conquistarem o título de 2026 receberão R$ 24,6 milhões cada, um valor 20% superior aos R$ 20,5 milhões pagos aos campeões no ano anterior. Os vice-campeões garantirão R$ 12,3 milhões, um avanço de 18% em relação à última edição.
O aumento também impacta as fases anteriores do torneio, com R$ 6,15 milhões aos semifinalistas, um crescimento de 16%, R$ 3,3 milhões aos atletas eliminados nas quartas de final, 20% a mais.
A distribuição manteve a estratégia de impulsionar a remuneração dos atletas que se despedem da competição logo na primeira partida. O pagamento para os eliminados na rodada de estreia da chave principal atingiu R$ 546 mil, um salto de 21% sobre os R$ 450 mil da temporada passada.
O fundo total destinado à fase prévia chegou a R$ 42,3 milhões, o que consolida um crescimento de 25%. A política institucional da organização visa oferecer suporte financeiro aos jogadores de menor ranking, que dependem da geração dessas receitas para o custeio da logística no circuito profissional.
Duplas e cadeira de rodas
As verbas maiores também chegarão para os atletas da duplas e da categoria sobre cadeira de rodas. Nas chaves de duplas masculinas e femininas, as parcerias campeãs dividirão o prêmio de R$ 5,2 milhões, um reajuste de 12%, enquanto nas mistas o para os vencedores foi fixado em R$ 1 milhão, alta de 10%.
Os vencedores das chaves de simples em cadeira de rodas e da categoria quad receberão R$ 560 mil, com aumento de 21%.
