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Tóquio 2020 / Rumo a Paris 2024

Aliviado, COI elogia Tóquio 2020 e fala em “Jogos sem precedentes”

Redação Publicado em 09/08/2021, às 18h19

Imagem Aliviado, COI elogia Tóquio 2020 e fala em “Jogos sem precedentes”
Chama olímpica se extingue no Estádio Olímpico de Tóquio; próxima
Reprodução / Twitter (@Olympics)

Alívio. Esse é, provavelmente, o sentimento mais claro do Comitê Olímpico Internacional (COI) após a Cerimônia de Encerramento dos Jogos Olímpicos de Tóquio realizada neste domingo (8). Após o adiamento da competição em um ano e da dúvida se seria possível ou não realizá-la de fato por conta da pandemia de Covid-19, a Olimpíada de 2020 que acabou sendo disputada em 2021 foi chamada de “Jogos sem precedentes” pelo presidente da entidade, o alemão Thomas Bach.

No final das contas, para o mandatário, a Olimpíada acabou servindo ao propósito de se tornar um símbolo de esperança por dias melhores, especialmente por uma edição de 2024 sem o perigo de uma pandemia que foi um verdadeiro pesadelo para o Comitê Organizador de Tóquio 2020 e, é claro, para o COI.

“Nos últimos 16 dias, vocês nos surpreenderam com suas conquistas esportivas, sua excelência, sua alegria, suas lágrimas. Vocês criaram a magia desses Jogos Olímpicos de Tóquio 2020. Esta é uma mensagem poderosa de solidariedade e paz. Vocês nos inspiraram com este poder unificador do esporte, o que é ainda mais notável por conta dos muitos desafios que tiveram que enfrentar. Nestes tempos difíceis, vocês deram ao mundo o que há de mais precioso: a esperança. Pela primeira vez desde o início da pandemia, o mundo inteiro se uniu. Isso nos dá esperança, isso nos dá fé no futuro. Os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 foram os Jogos Olímpicos da esperança, da solidariedade e da paz”, afirmou Bach, durante a Cerimônia de Encerramento.

“A esperança que se acendeu aqui nunca poderá ser extinta”, resumiu Seiko Hashimoto, presidente do Comitê Organizador, ao fazer uma metáfora com a chama olímpica que se extinguiu no Estádio Olímpico de Tóquio.

Para Paris 2024, o ciclo será menor. Serão apenas três anos para que tudo saia da melhor maneira possível, diferentemente dos tradicionais quatro anos que costumam separar uma edição olímpica da outra. Essa, no entanto, é a menor das preocupações do COI. O que a entidade espera é que a pandemia chegue definitivamente ao final, e os fãs possam lotar as arquibancadas da próxima cidade-sede como não puderam fazer na edição que acabou de chegar ao final. 

Em resumo, para o COI, após tantas dúvidas e temores, o mais importante é que Paris 2024 possa acontecer em circunstâncias consideradas normais. Antes, porém, a entidade torce para que os Jogos Olímpicos de Inverno de Pequim, que serão disputados entre 4 e 20 de fevereiro do ano que vem, ou seja, em menos de seis meses, também já enxerguem a pandemia apenas como uma história triste ocorrida no passado.