A World Surf League (WSL) deu início às ações comemorativas de seus 50 anos com o lançamento de uma campanha que coloca o Brasil como peça central no desenvolvimento do surfe. A iniciativa antecede a abertura da temporada 2026 do Championship Tour (CT), que começa no dia 1º de abril, em Bells Beach, na Austrália.
A estratégia de comunicação da liga inclui um vídeo que une diferentes gerações da modalidade para ilustrar a evolução do esporte, contando com narrações de Rico de Souza, um dos pioneiros da modalidade no Brasil, e dos atletas Yago Dora e Laura Raupp.
A campanha de cinquentenário terá desdobramentos durante todo o ano, com conteúdos integrados às transmissões, ativações presenciais em eventos e materiais direcionados às redes sociais, com a intenção de reforçar o posicionamento da WSL como plataforma de fomento à cultura do surfe.
“Celebrar 50 anos da WSL é reconhecer uma trajetória que ajudou a transformar o surfe em um esporte global, conectando culturas e revelando talentos ao redor do mundo”, disse Ivan Martinho, presidente da WSL na América Latina.
“O Brasil tem um papel fundamental nessa história, com uma geração que elevou o nível de competitividade e inspirou novos atletas. Essa campanha traduz exatamente isso: a evolução contínua do surfe e o impacto que ele gera dentro e fora d’água”, seguiu.
Além da campanha institucional, a relevância do Brasil para a WSL se dá também no calendário de competições. O país receberá em 2026 duas etapas em circuitos distintos organizados pela liga: o Vivo Rio Pro, em Saquarema (RJ), válido pela divisão de elite (CT), e o Banco do Brasil São Sebastião Pro, no litoral paulista, que integrará o Challenger Series (CS).
O destaque ao mercado nacional reflete o desempenho esportivo e comercial do país na última década. Desde a conquista de Gabriel Medina em 2014, o Brasil consolidou o movimento conhecido como “Brazilian Storm”, somando oito troféus do circuito mundial masculino.
Entre os melhores do mundo, estão Italo Ferreira, Filipe Toledo e Yago Dora, atual campeão da WSL. Paralelamente, a categoria feminina tem registrado um crescimento contínuo de representatividade nas etapas da elite.
