A Copa do Mundo 2026 deve ampliar o interesse pelo futebol no Brasil, segundo pesquisa realizada pela MindMiners. O levantamento aponta que 83% dos brasileiros pretendem acompanhar o torneio e que 40% assistem à competição mais do que a qualquer outro evento esportivo ao longo do ano.
O estudo também revela que 20% dos entrevistados não acompanham futebol no dia a dia, mas passam a consumir o esporte durante o Mundial da Fifa.
“O que vemos é uma expansão temporária da base do futebol. A Copa não fala exclusivamente com fãs do esporte, mas também ativa quem está fora desse universo no cotidiano, transformando o torneio em um dos maiores eventos de mobilização nacional”, afirma Rosana Camilotti, diretora de excelência do cliente e expansão da MindMiners.
Coletivo
O estudo mostra que assistir aos jogos da Copa do Mundo é, majoritariamente, uma experiência compartilhada.
Entre os entrevistados, 57% pretendem acompanhar as partidas em casa com amigos e familiares, enquanto 41% devem se reunir em outras residências. Já 37% afirmam que assistirão sozinhos e 22% consideram bares ou espaços públicos.
“O futebol sempre teve esse lado coletivo, mas na Copa isso fica ainda mais forte. O jogo vira um momento de encontro, e a experiência de assistir se divide entre quem está junto e nas conversas em tempo real”, conta Rosana.
Seleções
Embora a seleção brasileira concentre a maior atenção, com 56% dos entrevistados, outras equipes também despertam interesse. Argentina (32%), França (21%) e Alemanha (19%) aparecem entre as seleções mais acompanhadas.
Além disso, 57% pretendem assistir tanto aos jogos do Brasil quanto de outras seleções, enquanto 29% afirmam que acompanharão apenas as partidas da equipe brasileira.
Mídia
A pesquisa indica que a TV aberta segue como principal canal de transmissão, com 77% da preferência, mas divide espaço com plataformas digitais. YouTube aparece com 50% e serviços de streaming com 30%. Nos dispositivos, a televisão é dominante (87%), seguida pelo celular como segunda tela (45%).
Entre os mais jovens, esse movimento é ainda mais evidente: 49% da Geração Z pretendem acompanhar transmissões via CazéTV, enquanto 60% dos boomers seguem priorizando a TV aberta.
“A TV aberta segue como base da audiência, mas já divide espaço com um ecossistema digital cada vez mais relevante. A CazéTV é um bom exemplo dessa mudança, especialmente entre os mais jovens”, conclui Rosana.
