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Ação coordenada desmonetiza quase 1.400 sites piratas que transmitem Copa do Mundo

Organização de publicidade atua em parceria com autoridades para combater pirataria digital

Jogadores da França comemoram gol contra a Suécia pela Copa do Mundo - Divulgação/Fifa

Jogadores da França comemoram gol contra a Suécia pela Copa do Mundo - Divulgação/Fifa

⚡ Máquina Fast
  • Quase 1.400 sites ilegais perderam receita publicitária após ação coordenada pelo Grupo de Responsabilidade e Confiabilidade (TAG) contra transmissões piratas da Copa do Mundo 2026.
  • Departamento de Justiça dos EUA apreendeu cerca de 400 domínios piratas com apoio de entidades como Fifa, Warner Brothers e beIN Media Group.
  • A TAG bloqueou pagamentos a sites infratores usando uma lista de exclusão compartilhada com a cadeia de publicidade digital para combater a pirataria em eventos globais.
Pontos-chave gerados por IA, com edição jornalística.Feito por shiftx

Quase 1.400 sites ilegais de transmissão da Copa do Mundo 2026 perderam receita publicitária após ação coordenada pelo Grupo de Responsabilidade e Confiabilidade (TAG, na sigla em inglês).

A iniciativa, anunciada nesta quarta-feira (1º), ocorre poucos dias depois de o Departamento de Justiça dos Estados Unidos ter apreendido cerca de 400 domínios que transmitiam partidas do Mundial da Fifa sem autorização.

Estratégia

Rachel Nyswander Thomas, diretora de operações da TAG, explicou que a plataforma de denúncias da entidade funciona como um sistema de alerta precoce, identificando sites infratores e cortando seu financiamento quase em tempo real.

“Eventos globais como a Copa do Mundo são alvos principais de criminosos que tentam interceptar verbas publicitárias legítimas roubando conteúdo popular”, afirmou.

A TAG criou uma lista de exclusão de domínios piratas e compartilhou a informação com toda a cadeia de suprimentos de publicidade digital, bloqueando pagamentos. No total, 1.376 sites foram desmonetizados.

Operação

O Departamento de Justiça dos EUA conduziu a ação com apoio do Centro Nacional de Coordenação de Direitos de Propriedade Intelectual. A operação contou com informações da Fifa, do beIN Media Group, da Warner Brothers e de outros detentores de direitos.

Os alvos estavam principalmente em países como Bulgária, Colômbia, Croácia, Peru, Polônia e Romênia.

“Apreendemos centenas de domínios usados para transmitir partidas ilegalmente com fins lucrativos”, disse o procurador-geral adjunto A. Tysen Duva.

O combate à pirataria digital tem sido constante. O Streameast, considerado uma das maiores plataformas ilegais do mundo, foi fechado pela Aliança pela Criatividade e Entretenimento (ACE), coalizão que reúne empresas como Amazon, Apple TV+, Netflix e Paramount.