A seleção brasileira deu adeus à Copa do Mundo 2026 neste domingo (5), ao ser derrotada por 2 a 1 pela Noruega nas oitavas de final. Mesmo com a queda considerada precoce pela história da equipe, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) sairá com saldo positivo de aproximadamente R$ 85 milhões entre premiações e multas por cartões.
Ao ser eliminada nas oitavas de final, a equipe comandada por Carlo Ancelotti garantiu ficar entre a 9ª e a 16ª posição do Mundial. Sendo assim, levará US$ 15 milhões, R$ 77,55 milhões como premiação prevista pela Fifa por conta da colocação.
Ao se classificar para a Copa, o Brasil também recebe US$ 1,5 milhão, concedidos pela Fifa para “cobrir os custos da preparação”. Ou seja, os ganhos totais são de US$ 16,5 milhões, o equivalente a R$ 85,5 milhões.
“Multas”
A entidade máxima do futebol mundial também prevê em seu código disciplinar, porém, multas para cartões recebidos nas competições que organiza. Para a Copa do Mundo, cada cartão amarelo resulta em uma multa de 10 mil francos suíços, o equivalente a pouco mais de R$ 64 mil.
Ao longo das cinco partidas disputadas na Copa do Mundo 2026, foram aplicados oito cartões amarelos para jogadores da seleção brasileira. Sendo assim, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) deverá pagar R$ 517 mil.
Se tivesse avançado para as quartas de final, a seleção brasileira garantiria uma premiação de US$ 19 milhões, aproximadamente R$ 98,2 milhões, ou seja, cerca de R$ 20 milhões a mais.
A premiação para o campeão da Copa do Mundo 2026 será de US$ 50 milhões (quase R$ 260 milhões), enquanto o vice-campeão leva US$ 33 milhões (R$ 170 milhões).
