A Copa do Mundo de 2026 é a de maior investimento do mercado publicitário em toda a história. De acordo com a World Advertising Research Center (Warc), empresa global de inteligência, consultoria e pesquisa focada no setor de marketing e publicidade, a projeção durante o trimestre em que o evento está sendo disputado é de cerca de US$ 10,5 bilhões em investimentos globais em publicidade e mídia.
Com tanto dinheiro envolvido, a Máquina do Esporte decidiu criar a “Copa das Marcas”. Selecionamos 16 campanhas brasileiras feitas dentro do mercado nacional e as colocamos frente a frente, em esquema de mata-mata, começando com uma espécie de oitavas de final e indo até a final. A ideia é que o leitor vote na sua preferida e, assim, ajude a escolher a melhor.
Vivo x Amazon
O primeiro embate é entre Vivo e Amazon. Batizada de “Brasileiro Roxo”, a campanha da Vivo fala do torcedor brasileiro “roxo”, aquele que vive a seleção com intensidade e emoção. Feita pela Africa Creative, traz Vini Jr. como rosto principal e reforça a ligação da marca com a Copa e com o orgulho de torcer. A comunicação mistura paixão, pertencimento e presença digital.
Já a da Amazon, batizada de “Torcedores Temporários” e produzida pela AlmapBBDO, brinca com quem vira torcedor só durante a Copa, entrando no clima do Mundial de forma eventual. A campanha conversa com consumo prático, conveniência e momentos de assistir aos jogos em casa, em tom divertido e observador do comportamento real das pessoas.
A votação deste duelo já chegou ao fim no Instagram da Máquina do Esporte, com vitória da Vivo com 70% dos votos. A operadora de telefonia, portanto, segue em frente para as quartas de final da competição.
