A Mercedes deverá faturar US$ 1 bilhão na temporada em que viu o título de Kimi Antonelli e deverá ser campeã entre os construtores na Fórmula 1. O sucesso dentro das pistas colocará a equipe alemã em um grupo seleto de organizações esportivas.
A projeção de faturamento foi publicada pelo veículo especializado norte-americano Sportico. O desempenho financeiro também reflete a reestruturação comercial da equipe e acompanha o sucesso nas pistas sob o novo regulamento técnico de 2026.
Até o momento, apenas quatro franquias esportivas registraram um faturamento anual na casa do bilhão: o Dallas Cowboys, da NFL, o Los Angeles Dodgers, da MLB, e os clubes espanhóis Real Madrid e Barcelona.
O balanço deste ano ainda não computa a premiação pelo provável título de construtores, já que os repasses financeiros da categoria operam com uma temporada de defasagem. Os números atuais contabilizam o vice-campeonato obtido em 2025, atrás da McLaren.
No último ano fiscal, o faturamento da Mercedes ficou na faixa de US$ 849 milhões, compensando a queda nas premiações esportivas do ano anterior com aportes comerciais. O lucro operacional de 2025 bateu o recorde da equipe com US$ 223 milhões e deve ultrapassar US$ 268 milhões em 2026.
Comercial
Apenas na divisão comercial, a equipe arrecadou US$ 556 milhões no ano passado, entregando às marcas parceiras um valor equivalente de publicidade na televisão de US$ 5,66 bilhões.
A Mercedes tem 25 patrocinadores. Petronas é máster, enquanto Crowdstrike, Ineos e Microsoft são patrocinadoras principais. Na cota de “parceiros”, estão Adidas, Snapdragon, TeamViewer, Solera, HPE, UBS, Meta AI, Nubank, WhatsApp, Vercel, SAP, G42, Signify, Marriott Bonvoy, AMD, Einhell, IWC Schaffhausen, Akkodis, Sherwin Williams, Nasdaq e Pepsico.
