A Copa do Mundo 2026, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México, deve alcançar receitas superiores a US$ 6 bilhões em direitos de mídia e patrocínio, segundo projeção da consultoria Ampere Analysis.
O torneio, que terá 48 seleções pela primeira vez na história, amplia o número de partidas e cria novas oportunidades comerciais para marcas e plataformas de transmissão.
Patrocínio
A estimativa é que as receitas de patrocínio atinjam US$ 2,4 bilhões. Empresas como DoorDash, Bank of America e ADI Predict Street se juntam a patrocinadores tradicionais da competição, como Adidas, Coca-Cola e Visa.
Setores como bebidas, alimentos e viagens concentram grande parte dos contratos, com marcas como Qatar Airways, Frito-Lay, Diageo, Mengniu Dairy, American Airlines, Budweiser e Marriott Bonvoy entre as participantes.
Mídia
Os direitos de transmissão devem gerar pelo menos US$ 3,8 bilhões, um aumento de 22% em relação ao Mundial do Catar 2022. O crescimento foi impulsionado principalmente pelo mercado dos Estados Unidos, que registrou alta de 94% no valor dos contratos em comparação com a edição anterior.
Além das emissoras de TV aberta, serviços de streaming também ampliaram investimentos. O DAZN, por exemplo, transmitirá a Copa do Mundo em três grandes mercados: Japão, Itália e Espanha.
Efeito
A expansão da competição e o papel dos Estados Unidos como país-sede explicam o aumento nas receitas.
A maior Copa do Mundo Masculina da história reforça o interesse de marcas globais em associar sua imagem ao torneio e evidencia a transformação do evento em uma plataforma comercial de alcance mundial.
