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Espanha e Argentina veem fan tokens se valorizarem na Copa do Mundo

Ativos digitais ligados às seleções finalistas do Mundial da Fifa registram alta após vitórias nas semifinais

Lamine Yamal comemora seu primeiro gol em Copas do Mundo - Fifa/Divulgação

Lamine Yamal comemora seu primeiro gol em Copas do Mundo - Fifa/Divulgação

⚡ Máquina Fast
  • Fan tokens de Espanha e Argentina valorizaram até 104,3% após classificações para a final da Copa do Mundo 2026.
  • Desempenho das seleções aumenta o engajamento e demanda por fan tokens na plataforma Chiliz.
  • Campanha 'Burn to Glory' reduz oferta de tokens, impulsionando a valorização dos ativos digitais.
Pontos-chave gerados por IA, com edição jornalística.Feito por shiftx

A classificação de Espanha e Argentina para a final da Copa do Mundo 2026 impulsionou o interesse pelos fan tokens, ativos digitais que aproximam torcedores de suas seleções.

Operados na plataforma Chiliz, os tokens registraram valorização significativa nas 24 horas seguintes às semifinais.

Valorização

O Spain National Football Team Fan Token ($SPAIN) cresceu 37,7% após a vitória sobre a França por 2 a 0 na semifinal.

Já o Argentine Football Association Fan Token ($ARG) registrou alta de 104,3% depois da vitória sobre a Inglaterra por 2 a 1, que garantiu a vaga na decisão pela segunda Copa do Mundo consecutiva.

Engajamento

Segundo Bruno Pessoa, gerente-geral da Chiliz no Brasil, o desempenho esportivo influencia diretamente o comportamento desses ativos.

“Em uma Copa do Mundo, cada vitória amplia a visibilidade global da seleção, fortalece sua comunidade de fãs e tende a impulsionar tanto o volume de negociações quanto a demanda pelos fan tokens”, destaca o executivo.

“O mercado acompanha o desempenho esportivo praticamente em tempo real, tornando esses ativos um termômetro do engajamento digital dos torcedores”, completa.

Além dos resultados em campo, a campanha “Burn to Glory” da Chiliz também contribuiu para o aumento da demanda. A iniciativa reduz a oferta de tokens em circulação a cada vitória da seleção, criando um mecanismo de escassez programada.