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Fifa vai rever pausas para hidratação após críticas na Copa do Mundo de 2026

Executivo da entidade, Arsène Wenger reconheceu a baixa aceitação da medida e afirmou que o impacto será analisado

Pausa para hidratação durante o jogo entre EUA e Bórnia e Herzegovina - Reprodução/YouTube @cazetv

Pausa para hidratação durante o jogo entre Estados Unidos e Bósnia e Herzegovina - Reprodução / YouTube (@CazeTV)

⚡ Máquina Fast
  • Pausas obrigatórias para hidratação na Copa do Mundo de 2026 enfrentam críticas de torcedores e emissoras.
  • Fifa avalia impactos das pausas após o torneio, enquanto técnicos expressam opiniões divergentes sobre a medida.
  • Ampliação da Copa para 48 equipes é celebrada pela Fifa como decisão ética e bem-sucedida.
Pontos-chave gerados por IA, com edição jornalística.Feito por shiftx

As pausas obrigatórias de três minutos para hidratação, introduzidas pela Fifa na Copa do Mundo de 2026, não tiveram boa aceitação entre torcedores e emissoras. Arsène Wenger, chefe de desenvolvimento global do futebol da entidade, afirmou que a medida será revista após o torneio.

Críticas

A decisão de implementar as pausas, independentemente das condições climáticas, foi justificada pela Fifa como um compromisso com o bem-estar dos jogadores. No entanto, parte do público reagiu negativamente, chegando a vaiar as paralisações durante os jogos.

Wenger lembrou que “às vezes as pessoas não gostavam” das pausas para hidratação. Por isso, e a Fifa “analisará, após a Copa do Mundo, qual foi o impacto”.  

“Não me pareceu que isso tenha alterado os resultados, mas estamos aqui para servir as pessoas que assistem futebol e chegaremos a conclusões depois”, acrescentou o dirigente e ex-treinador do Arsenal.

Especialistas apontaram que os intervalos foram utilizados pelas emissoras para comerciais. Segundo a BBC Sport, um anúncio de 30 segundos durante a Copa nos EUA custava entre US$ 200 mil e US$ 300 mil, chegando a US$ 750 mil em partidas da seleção norte-americana e nas fases finais.

Opiniões

O técnico da Inglaterra, Thomas Tuchel, afirmou que não é favorável às pausas. Para o treinador, elas “interrompem e mudam a identidade de uma partida de futebol”.

Há quem aprove a medida. “Estou sempre interessado na saúde dos meus jogadores. Acho que é a medida certa, uma pausa, para descansar e depois continuar”, argumenta Luis de la Fuente, técnico da Espanha, campeã mundial.

Expansão

Apesar das críticas às pausas, Wenger destacou como positiva a ampliação da Copa do Mundo para 48 equipes.

“Antes de começar, houve questionamentos, mas concluímos que era eticamente necessário para dar oportunidade a mais equipes. Estou convencido de que foi a decisão certa e foi um grande sucesso”, comentou ele.