Com o olhar voltado para a Copa do Mundo de 2026, a S4 firmou uma parceria com as produtoras de funk KondZilla e GR6 para o lançamento de um projeto de conteúdo e entretenimento.
A iniciativa consiste na criação de um hub físico e digital, concebido sob um conceito que prioriza as redes sociais, conhecido como “Social First”. A intenção é repercutir o comportamento da audiência durante o torneio.
A proposta inclui estabelecer um espaço que vá além da transmissão dos jogos, atuando como um ponto de convergência para influenciadores, artistas e marcas. O projeto busca centralizar a experiência do torcedor brasileiro por meio da produção de narrativas em tempo real. O conteúdo abordará temas periféricos ao futebol, como música, moda, estilo de vida e cultura urbana.
“O projeto nasceu da compreensão de que a Copa do Mundo vai muito além do campo. É um momento de convergência cultural, em que comportamento, música e entretenimento ganham protagonismo nas redes”, disse Pedro Lima, sócio da Sisu Ventures e da S4.
A estrutura física foi desenhada para operar em diferentes blocos de programação ao longo da competição. O cronograma prevê atividades pré-jogo com encontros e gastronomia, experiências de estádio durante as partidas e eventos pós-jogo que incluem festas temáticas, painéis e talks.
Para viabilizar a produção imediata de material para as redes sociais, o local contará com estúdios geridos pela KondZilla, áreas para ativações culinárias e espaços de produção criativa.
O elenco do projeto aproveitará a base de talentos da GR6 e da KondZilla. A programação terá apresentadores fixos e influenciadores, reunindo nomes com alcance significativo nas plataformas digitais e presença nos rankings de streamings. O hub de conteúdo quer utilizar essas vozes para traduzir o evento para suas respectivas comunidades.
Gestão
A operação e a frente comercial são lideradas pela S4, joint venture formada pela Sisu Ventures e a Disruptive Play.
A empresa posiciona o hub como uma propriedade intelectual focada na economia dos criadores (creator economy), integrando produção de conteúdo, eventos ao vivo, venda de mídia e comércio eletrônico.
Enquanto isso, a curadoria artística e o branding ficam a cargo das parceiras musicais.
“O projeto nasce para reforçar algo que já é realidade: os artistas e criadores são protagonistas da cultura contemporânea. Hoje, comportamento, música, esporte e moda se conectam nas redes a partir da voz de quem vive e constrói esses territórios de verdade”, comentou Tico Fernandes, diretor de criação da KondZilla.
“O projeto organiza essa potência criativa em escala, transformando a Copa do Mundo em um palco de narrativas culturais, conexão com marcas e impacto real por meio de engajamento capaz de mover audiências, comportamentos e conversas em escala nacional”, concluiu.
